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MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

CAVALEIRO BOM E FIEL, PORTUGUEZ E FIDALGO

25.08.15, melgaçodomonteàribeira
    OS ANTIGOS FORAIS DE MELGAÇO, TERRA DE FRONTEIRA   Melgaço recebeu de Affonso I, em 1181, o foral de Ribadavia, terra da Galliza; e, segundo diz o documento, foram os proprios moradores de Melgaço que o pediram por entenderem que era bom. D. Sancho II, 1223 – 1245, converteu em mil soldos leonezes por anno as rendas que tinha na (...)

HOMENAGEM À LAURINDA DO MANCO

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    A 24 DE ABRIL DE 74 ÉRAMOS ASSIM        Um dia, princípios de Março ou ainda fins de Fevereiro, o Zé, anafado e risonho, confidenciou à malta que algo se preparava. Que em Lamego “estava tudo sobre rodas” (sic). A Isabel guinchava, a Fernanda saltava e eu nem se fala. Aquelas reuniões fim de tarde prolongavam-se noite fora em casa da Fernanda e do Zé (Ferraz) com a Joana. Ou em minha casa com a João e a Teresa Feijó. Ou no Marco com a Isabel e o Jorge Baldaia. Ou em (...)

ESPAÇO MEMORIA E FRONTEIRA

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    UN VIAJE A LA MEMORIA DEL CONTRABANDO   Melgaço cuenta con uno de los pocos museos que hay en la península dedicado a esta actividad   Marisol Oliva – 24/08/2009   El Museo de la Memoria y la Frontera, en la localidad portuguesa de Melgaço, permite al visitante viajar al tiempo em el que la raia era cruzada por miles de personas dedicadas al tráfico ilegal de mercancías. El espacio recoge también la emigración en el régimen salazarista. ‘El contrabando unió durante (...)

O COTO DA MOURA

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
       Há muitos, muitos anos, no lugar onde hoje existe uma fonte que enche um regato e rega muitos campos, havia uma Moura encantada que todos os dias, ao nascer do sol, saía para estender o seu tesouro no cimo de um penedo, a que chamaram Coto da Moura. Servia este penedo de soalheiro ao tesouro da Moura. Depois de estender o seu tesouro, a moura sentava-se no cimo do penedo e, enquanto cantava, ia penteando os seus belíssimos cabelos louros com um maravilhoso pente de ouro. (...)

O ALCAIDE-MOR DE MELGAÇO E OS CRIMINOSOS GALEGOS

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    A FRONTEIRA DO MINHO ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA GALAICO-MINHOTA, NA IDADE MÉDIA     Por: Prof. Dr. José Marques Estudos em homenagem a Luís António de Oliveira Ramos Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2004        Anos mais tarde, precisamente, em 1500, era a Câmara de Melgaço que se dirigia a D. Manuel a pedir-lhe que se dignasse confirmar-lhe um acordo ou deliberação por ela tomada no sentido de manter a paz e a concórdia no âmbito deste concelho nortenho. (...)

GUERRA DA RESTAURAÇÃO EM MELGAÇO E CASTRO LABOREIRO

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
  Montes Laboreiro     A GÉNESE DO JORNALISMO   JORNAIS PERIÓDICOS DO SÉCULO XVII EM PORTUGAL E NA EUROPA   GAZETA, PRIMEIRO PERIÓDICO PORTUGUÊS     Onze homens de Castro Laboreiro que estavam na trincheira viram no campo doze cavaleiros castelhanos que vinham em missão de reconhecimento e deram-lhes uma carga que mataram sete, aprisionando os restantes, tomando-lhes as armas e os cavalos, e mandaram-nos presos a Valença. Vinham atrás destes cavaleiros trezentos infantes e (...)

PORMENOR DA CAPELA DA ORADA

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    O JOGRAL DA IGREJA DE NOSSA SENHORA DA ORADA     Situada perto de Melgaço, junto a via de comunicação para Compostela, a igreja de Nossa Senhora da Orada foi um importante centro de devoção na época. A construção actual remonta a meados de sec. XIII e terá seguido modelos disseminados a partir da Sé de Tuy, a quem estava subordinada (Rosas, 1987:49). Nos modilhões encontramos uma interessante variedade de representações, comuns no românico português: motivos (...)

ENTRE A PENEDA E O BARROSO

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
      ENTRE A PENEDA E O BARROSO: UMA FRONTEIRA   GALAICO-MINHOTA EM MEADOS DE DUZENTOS.   Por Iria Gonçalves   ……………………………………………………      Mas, para que seja eficaz (fronteira) neste sentido, ela tem que ser bem definida, pelo menos nos pontos estratégicos, que, neste caso, coincidem com os lugares de passagem, os portos, fluviais ou terrestres, com as suas estruturas destinadas à cobrança de tributos.    Assim também entre a Galiza e (...)

CONVENTO DAS CARVALHIÇAS II

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
  Convento das Carvalhiças - Melgaço     No Convento de Melgaço, nas alas viradas à fachada principal e na que lhe fica perpendicular, situavam-se os dormitórios e, provavelmente, a hospedaria, onde ainda é possível discernir a marcação das primitivas celas, divididas por estrutura de taipa ou tabique, com pavimento em soalho e coberturas de madeira. Surgem evidenciadas, exteriormente, através das janelas quadrangulares, dispondo-se, no enfiamento dos corredores dos (...)

CONVENTO DAS CARVALHIÇAS I

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    OS CONVENTOS CAPUCHOS DA PROVINCIA DA CONCEIÇÃO À LUZ DA ESPIRITUALIDADE FRANCISCANA E DA REGRA CAPUCHA – ANÁLISE   ARQUITECTÓNICA    CONVENTO DA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO de Melgaço encontra-se bastante bem documentado, sendo possível determinar as datas de execução de praticamente todo o edifício e as reformas que foi sofrendo ao longo do sec. XVIII, resultando em três campanhas de obras perfeitamente definidas, correspondendo à da sua construção, uma (...)