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MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

MIÑO OU MINHO, O NOSSO RIO

12.04.14, melgaçodomonteàribeira
  Rio Minho em Melgaço     RIO MIÑO OU MINHO     O Rio Miño ou Minho era conhecido na antiguidade pelos nomes de Minius ou Baenis e seria, segundo Estrabão o maior rio da Lusitânia (Estrabão, filósofo e geólogo grego, que teria vivido no tempo de Cristo, autor da Geographia, enciclopédia de saber geográfico, cujo livro III é dedicado à Ibéria), embora hoje se considere que o rio Baenis seria mais provavelmente o Rio Neiva que desagua no Oceano Atlântico 8 Kms a Sul de (...)

PESQUEIRA MOSQUEIROS EM REMOÃES

13.08.13, melgaçodomonteàribeira
    PESQUEIRA MOSQUEIROS EM REMOÃES        Esta pesqueira pertenceu ao Convento de Paderne segundo o ‘Inventário’ de 1770. Em 1903 era de Maria Teresa Mosqueiro Almeida e outros. Segundo um pescador de Melgaço, a ‘Mosqueiros’ era, no tempo do ‘Minho farto’, “uma das melhores pesqueiras. Chegou a dar 20, 25 ou 30 lampreias e 60 ou 70 sáveis” (segundo depoimento de um pescador local).    Em 1962 foi objecto de uma reclamação de proprietários de outras (...)

RECEITA DA LAMPREIA, sécs. XV – XVI

26.03.13, melgaçodomonteàribeira
    « Receita da lampreia » no Livro de Cozinha da Infanta Dª. Maria de Portugal (séculos XV – XVI)         O Livro de Cozinha da Infanta Dª. Maria, códice portugués da Biblioteca Nacional de Nápoles, de fins do século XV e principios do XVI, ilumina moito mellor a antiga arte de cociñar en Portugal nunha época histórica de que pouco se coñece sobre matéria gastronómica. Dona Maria de Portugal (1538 – 1577), filla do Infante D. Duarte e neta de D. Manuel I, era (...)

GALIZA, ARBO EM 1905

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
  Estação de Arbo   Fotografia de Guillermo Gonzalez     GALIZA,  1905       Arbo – Gente do tipo pequeno e provincial rústico; senhores de barbaças negras e lunetas ou óculos, e chapéu mole e fatos largos de aldeia. Galegas feias e fétidas, de botas. Da gare de Arbo vê-se, por cima do rio que muge, uma escapada de culturas que vão até às montanhas; das casuchas da encosta agricultada saem fumos; nas encostas pascem bois; ribas mais próximas, de pinheiros; a água (...)

GALIZA, POUSA - CRECENTE EM 1905

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
  Estação de Pousa-Crecente   Foto de Guillermo Gonzalez     GALIZA,  1905         Pousa. Todo o caminho percorrido é cultivado de vinhas, ou milho, ou árvores sempre que o terreno o permite: sente-se o galego pobre, tenaz e trabalhador. O país é terrivelmente pedregoso e montanhoso. A voz do rio acaba por cansar. Madeiras de pinho em montes na gare. O que será Pousa no Inverno? Há ravinas de oito e dez andares de altura, entre que o comboio vai, num frio de gelo, sem (...)

VIDA DE RICO, MORTE DE POBRE

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
       Dinheiro e mais dinheiro. A movimentação de homens, carroças e sacos no armazém de Adolfo Vieira, por detrás do actual Palácio da Justiça de Monção, significava mais uns contos largos a amealhar ao seu já milionário pecúlio. Os negócios, legais ou ilegais, terão feito dele um dos indivíduos da vila. A acreditar nas histórias de amantes, filhos e de alguns que o conheceram, Adolfo não era do género de correr riscos, andar a saltar de um lado para o outro da (...)

SAMARRA, O COMENDADOR

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
 Ponte do Mouro     A “INICIAÇÃO” DE GOMES     Abastado, Adolfo Vieira caiu no goto de todos pelas manifestações de solidariedade e os actos de generosidade para quem precisava de ajuda. Nem só os seus descendentes enaltecem as qualidades do homem.    Muitos, amigos, colegas ou simples desconhecidos, safaram-se à custa do saco sem fundo do contrabandista, que não temia qualquer tipo de concorrência. A maioria a ele deve uma vivência sem sobressaltos financeiros, os (...)

ARBO, A CAÑIZA E MELGAÇO

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    ARBO, A CAÑIZA Y MELGAÇO PACTAN COMPARTIR INSTALACIONES DEPORTIVAS      Los tres concellos acercan posturas para firmar el convenio en octubre       L Miguez     Arbo/La Voz     17/09/2011      El primer paso de un futuro común. Sur de Galicia y Norte de Portugal estrechan relaciones y las ponen sobre el papel con el objeto de oferecer servicios a sus vecinos que serían impensables de otro modo en la actual crisis. Por eso Arbo, A Cañiza y Melgaço han (...)

EMPRESA DAS MULHERES

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
  Rio Minho em Cevide        No tempo em que os portugueses disputavam com os castelhanos as terras do Alto Minho, um exército lusitano, composto por quinze mil homens, batalha os galegos nas margens do Minho. De tal forma era bem sucedido o seu empenho, que chegam a provar o delicioso sabor da vitória. Ébrios deste prazer, julgam-se senhores do mundo. Com entusiasmo desmesurado, aventuram-se por terras da Galiza, alucinados de bravura, dispostos a bater o inimigo em sua própria (...)

UM SÓ POVO

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
  Ponte internacional Peso-Arbo     ARBO ACUERDA LLEVAR A SUS MAYORES AL CENTRO DE DÍA DE MELGAÇO   Ambos concellos ultiman un convenio para intercambiar servicios     Las noches en España e los días en Portugal. No es turismo internacional, será una jornada cualquier de los mayores  del municipio de Arbo, que acaba de llegar a un acuerdo con lá Camara de Melgaço para que sus mayores puedan utilizar su centro de día. A falta de servicios, buenos son los del otro lado del (...)