Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

DR. ANTÓNIO DURÃES, UM ANTI-SALAZARISTA DE MELGAÇO

23.07.13, melgaçodomonteàribeira
    CANDIDATOS A DEPUTADOS OPOSICIONISTAS     DURÃES, António Augusto (?) – Angola, 1945 – Advogado, foi presidente da Câmara Municipal de Benguela, nomeado pelo governador Freitas Morna (1942-1943). Em 1945, fez parte da comissão executiva do MUD em Angola, constituída naquela colónia numa reunião realizada em 15 de Outubro de 1945. Nessa reunião, foram escolhidos os três nomes que deveriam fazer parte da lista oposicionista de Angola: o dr. António Gonçalves Videira, (...)

« O AUGUSTO PARTIU DE MELGAÇO E AS RUAS FICARAM DESERTAS… »

28.05.13, melgaçodomonteàribeira
    AUGUSTO CAÇOLAS     Filho de Isabel do Nascimento Fernandes. Nasceu na Vila de Melgaço a 16/2/1914, tinha a sua mãe apenas dezasseis anos de idade! Devido a uma grave doença que teve, quando era miúdo, o seu cérebro não evoluiu como o das outras crianças normais. O seu corpo sim: cresceu, e muito – era um latagão! É provável que não tenha frequentado a escola primária. Embora a sua doença não permitisse um diálogo brilhante, uma conversa com princípio, meio e (...)

A ESPERTEZA DO MESTRE SERRALHEIRO

25.05.13, melgaçodomonteàribeira
    « ZINONA »         José Maria Alves, sobrenomeado o « Zinona », filho de João António Alves e de Maria Teresa Lourenço, nasceu na Vila de Melgaço, em 1871, e aqui casou, em 12-4-1910, com Belmira dos Prazeres Pires, de 38 anos, filha de José Joaquim Pires e Florinda Vitória Lourenço; portanto, primos co-irmãos, já que ambos eram netos de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves.     Tal como seu pai, autor dos portões do cemitério municipal e (...)

1720 – UM MELGACENSE EM MINAS GERAIS

23.04.13, melgaçodomonteàribeira
  UM OFÍCIO CENTRAL: O ESCRIVÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE VILA RICA, 1711 – 1724     (…)     Apesar de não integrar a cúpula camarária e, portanto, de estar formalmente excluído das decisões locais, o Escrivão da Câmara era uma peça fundamental para o bom desenvolvimento da administração municipal. Isto porque era o Escrivão que detinha maior conhecimento sobre o quotidiano institucional, devido à natureza da sua função e também ao facto de, normalmente, se manter (...)

O MANCO

04.03.13, melgaçodomonteàribeira
    O Ti António era manco, mas manco mesmo de verdade, daqueles que perderam uma perna e agora usam uma de pau. Só se vê o toco, revestido de pneu de bicicleta a sair pela perneira da calça azul escuro suja, que acompanhava sempre o casaco a condizer e o chapéu negro cinzento preto conforme a posição do observador e da luz incidente ser directa ou difusa. Recebeu de alcunha o nome do lugarejo onde habita e assim dá pela graça de Manco da Carneiriça. Reformado do Estado (...)