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MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

O CAGARRÃO DO EMILIANO

21.01.17, melgaçodomonteàribeira
  O TI EMILIANO   Por motivos nunca devidamente esclarecidos entre a opinião pública o Emiliano e o Pires desentenderam-se. Cada um foi para seu lado fazendo-se concorrência com carro de praça. Cada um comprara um Ford modelo A, 1929. O Emiliano habilitou-se e ganhou a concorrência para cobrar o imposto indirecto devido à Câmara Municipal pelos comerciantes e negociantes. Por cada mercadoria entrada no concelho e as artesanalmente confeccionadas e vendidas, teria de ser pago um (...)

A TIA TINA

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    ERNESTINA SOUSA, FILHA DE AMÁLIA E ILÍDIO   A TIA TINA      Nos bailes frequentados pelos papo-secos de Monção as raparigas caíam dengosas para o lado deles, a Ernestina, que era um espectáculo de mulher, aliás, cabe aqui registar que todas, mas todas as mulheres descendentes do Félix e Conceição eram uns pancadões de tirar o fôlego a qualquer mancebo. Pois a Tina fisgou o Adolfo que se aprumava na vida com uma lojinha de sociedade com outro rapaz, de Monção.    (...)

VIDA DE RICO, MORTE DE POBRE

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
       Dinheiro e mais dinheiro. A movimentação de homens, carroças e sacos no armazém de Adolfo Vieira, por detrás do actual Palácio da Justiça de Monção, significava mais uns contos largos a amealhar ao seu já milionário pecúlio. Os negócios, legais ou ilegais, terão feito dele um dos indivíduos da vila. A acreditar nas histórias de amantes, filhos e de alguns que o conheceram, Adolfo não era do género de correr riscos, andar a saltar de um lado para o outro da (...)

HOMENAGEM MANUEL IGREJAS

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
  Manuel Igrejas diante de uma das suas obras        Manuel Igrejas, homem de escrita escorreita no contar das suas histórias da história de Melgaço ou não tivesse como mestre na arte o Vasquinho da Central, cedo se destacou na arte do desenho.    Partiu para o Brasil na década de 50 do século passado e logo encontrou no desenho sobre azulejo a sua paixão. Melgacense e Patriota empedernido, tem trabalhos que podem ser admirados, por exemplo, na entrada do Convento de Nª (...)