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MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

MELGAÇO, TRANSACÇÕES COMERCIAIS NO SEC. XV

07.01.17, melgaçodomonteàribeira
festa da cultura     A FRONTEIRA DO MINHO NOS FINAIS DA IDADE MÉDIA: ASPECTOS SÓCIO-ECONÓMICOS (…)  A perturbação das relações de vizinhança era uma constante exposta ao monarca desde Caminha até Ponte de Lima. As vilas de Melgaço e Castro Laboreiro também não deixaram de fazer chegar ao seu conhecimento, os problemas que mais os afligiam. Na verdade, o que mais preocupava os moradores da vila de Melgaço era o estrangulamento económico provocado pelo pagamento das (...)

A GAFARIA DE MELGAÇO

06.04.13, melgaçodomonteàribeira
  Capela de S. Julião - Melgaço   OS GAFOS        Secundando o parecer de alguns etnógrafos limaranenses, o distintivo que ornamenta esta singularidade agiológica, isto é, o chocalho, só pode relacionar-se com a presença de leprosos na serra. Deviam ter-se refugiado aqui bastantes, quando, na Idade Média, se procurou extinguir violentamente a endemia leprosa que grassava por toda a Europa. Da sua larga existência no Alto-Minho, há notícia verídica e vestígios evidentes, (...)

LUIZ FILIPE, CARICATURISTA, ANTI-SIDONISTA

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    LUIS FILIPE GONZAGA PINTO RODRIGUES (n. Melgaço, 21/03/1887 – m. Viana do Castelo 10/08/1949). Advogado e caricaturista. Estudava direito em Coimbra, quando sentiu o apelo das artes. Fez parte do grupo de Coimbra, centro germinador e propagador do modernismo em Portugal. Foi director artístico de A Farça, colaborando também em O Povo, Limia, A Águia, Folha de Viana, A Montanha, A Rajada, A Bomba, entre outros. Findo o curso voltou para o Minho e acabou por dar prioridade à (...)

MELGAÇO EM A ILUSTRE CASA DE RAMIRES

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    A ILUSTRE CASA DE RAMIRES       Gonçalo vergou os ombros, confessou que se ocupara de toda essa heráldica história por um motivo bem rasteiro – por miséria!...    — Por miséria?    — Sim, prima Maria, por penúria de moeda, de cobres.    — Conte! conte! Olhe, a Anica está ansiosa…    — Quer saber, Sra. D. Ana?... Pois foi em Coimbra, no meu segundo ano de Coimbra. Os companheiros e eu chegamos a não juntar entre todos um vintém. Nem para cigarros! Nem (...)

NÃO ESQUECEREMOS - CASTRO LABOREIRO E O DRAMA DOS REFUGIADOS

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    GALIZA E PORTUGAL: IDENTIDADES E FRONTEIRAS   O DRAMA DOS REFUGIADOS      “Um dos maiores crimes de Salazar foi a entrega de refugiados às autoridades nacionalistas espanholas” (Prof. Emídio Guerreiro)    Pelos relatos dos interrogatórios da PVDE a oficiais republicanos espanhóis refugiados em Portugal e comunicações da Guarda Fiscal, documentos constantes do Arquivo da PIDE/DGS e outros organismos, ficamos a saber como eram tratados e que resposta davam os (...)

OS SERVIÇOS SECRETOS USA E MELGAÇO

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
  Artur Teixeira     DIÁRIO DE NOTÍCIAS, QUINTA-FEIRA, 30 JANEIRO 1997    OURO   FIÃES SERIA O TRAMPOLIM PARA ESPANHA   Carlos Carvalho       Por Fiães, junto à actual fronteira pedestre de São Gregório, alguns quilómetros acima de Melgaço, terá passado ouro e volfrâmio para Espanha, dali para França e com destino à Alemanha. O assunto é abordado em surdina na vila minhota, mas ninguém quer dar a cara, temendo qualquer tipo de represália das autoridades.    O (...)

O PEUGEOT DA D. HELENA OU RELATOS DA GUERRA COLONIAL

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
  Spínola     UM MELGACENSE NA GUERRA COLONIAL         Relato de Luís     Com o Fontinha sou chamado ao capitão: a missão é destruir material explosivo despejado para o efeito numa cratera lá para as bandas da bolanha. ………………..     Estávamos neste compasso de descanso quando, vindo do lado do rio, aparece o Aspirante Comando de sua graça Esteves (creio) – já o conhecia de Lamego onde à altura era Furriel, se não estou em erro – que nos interpela do (...)

O ALCAIDE-MOR DE MELGAÇO E OS CRIMINOSOS GALEGOS

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    A FRONTEIRA DO MINHO ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA GALAICO-MINHOTA, NA IDADE MÉDIA     Por: Prof. Dr. José Marques Estudos em homenagem a Luís António de Oliveira Ramos Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2004        Anos mais tarde, precisamente, em 1500, era a Câmara de Melgaço que se dirigia a D. Manuel a pedir-lhe que se dignasse confirmar-lhe um acordo ou deliberação por ela tomada no sentido de manter a paz e a concórdia no âmbito deste concelho nortenho. (...)

O CORETO DO MESTRE MORAIS

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    O que buscas orfãozinho Assim vestido de preto? Eu, pobre desgraçadinho Busco, o Morais, o paizinho E também busco o coreto   A tua mãe onde está? Não sei se é viva se é morta, Andava a passar, p’ra lá Em companhia do Ná, Tripa no tempo da “Frota”   Agora não tenho pai E mãe decerto morreu, Razão porque ando de preto, Mas o pequeno coreto Onde é que ele se meteu?   Vasquinho

A PADERNE O QUE É DE PADERNE

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    Acresce ainda que era na banda lateral, norte, conforme nos garantem inscrições funerárias, que estava a ala dos túmulos pelo que esse portal o requeria. (…). Curiosamente, a epígrafe de uma dessas inscrições obituárias respeita a um “R. Garcia, que fez este templo”, falecido em Dezembro de 1255 – tratar-se-á de um dos mestres da obra? A igreja albergava ainda outras estruturas tumulares, algumas das quais, como as duas tampas de sarcófago que se recolhem hoje no (...)