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MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

O NETO DE CAMILO

04.05.19, melgaçodomonteàribeira
A CELA E A VIDA Um menino e um sapato   Um dos episódios maiores na história da Casa dos Anjos consta de um relato que, se não valer pelo seu literário desempenho, poderá servir os agentes naturais que vierem visitá-lo. Uma adolescente da época, Berta Maria, órfã de pai e mãe, senhora de «alma como que num perene coro de gorjeios», sairia daquela morada no lugar de Venade, freguesia de Ferreira, concelho de Paredes de Coura, apartando-se da companhia de suas manas. Ia por (...)

ALTO MINHO - ROTEIRO TURÍSTICO

16.03.19, melgaçodomonteàribeira
  Um roteiro que traduz a riqueza da tradição e a doçura da paisagem     Viana do Castelo e seu termo, serpenteada por rios tranquilos, coroada por montanhas verdejantes e beijando o Oceano, é, cada vez mais, terra procurada para local de férias e sítio para encontrar sossego, sem esquecer, contudo, um novo ressurgir do tecido social e empresarial que empresta à vida do quotidiano mais certezas e garantia de um melhor futuro. Conhecer a Região, apesar de tudo, não é fácil, (...)

COROGRAFIA PORTUGUEZA - MELGAÇO MDCCVI

02.03.19, melgaçodomonteàribeira
      COROGRAFIA PORTUGUEZA, E DESCRIPÇAM DO FAMOSO REYNO DE PORTUGAL    S. Maria da Gave, ou Gavia, he Vigairaria ´q apresenta o Reytor de Riba de Mouro, rende quarenta mil reis, & para o Commendador setenta mil reis: tem cento & trinta visinhos. S. Mamede de Parada do Monte, Vigairaria da mesma apresentaçaõ, que rende ao todo quarenta mil reis, & para o Commendador sessenta & seis mil reis, tem cento & cincoenta visinhos. Aqui se faz o melhor burel de lã (...)

ERA UMA VEZ...

09.02.19, melgaçodomonteàribeira
  A INÊS NEGRA LENDA DE MELGAÇO Era uma vez…   … Antigamente, havia muitas lutas e batalhas entre Portugueses e Espanhóis, porque ambos queriam ser donos das melhores terras! Numa altura em que Melgaço pertencia a Espanha (Castela), travou-se uma dessas batalhas, em que dentro das muralhas estavam os soldados de Castela, a tentar proteger as terras, e fora das muralhas, os soldados Portugueses, que tentavam reconquistá-las! Apesar de primeiro terem tentado chegar a acordo, para (...)

PONTES ROMANAS E ROMÂNICAS DE CASTRO LABOREIRO

02.09.17, melgaçodomonteàribeira
  Ao escolher este tema para o meu primeiro caderno sobre a história e arte das magníficas Pontes que ligam as margens do rio Laboreiro e seus Afluentes, o meu coração de Castrejo bateu mais apressadamente do que é normal: pois tomei uma tremenda responsabilidade perante os meus conterrâneos, quando resolvi soletrar algumas das mais belas páginas do seu rico património histórico e artístico, cujas folhas, constituídas por duro granito da região, continuam a desafiar o tempo e (...)

VERTIGENS

05.08.17, melgaçodomonteàribeira
      (…)     E aí, de novo, entronca sem dúvida a ideia de “circulação”, desde os sentimentos, repete-se, à estrutura mobilizante de coisas, produtos e mercadorias, da fábrica que se perfila no horizonte económico possuído e a desenvolver (a tinturaria de Sérgio), às relações entre personagens donde nunca está ausente o factor económico, mais ou menos condicionante (à excepção da personagem João Parra) das suas vidas.     (…)     Nos seus esforços (...)

OS FORAIS DE MELGAÇO

28.01.17, melgaçodomonteàribeira
  A cultura tem constituído preocupação primária na nossa política municipal. A Câmara de Melgaço tem investido na recuperação do património e na criação de infra-estruturas e equipamentos, assim como na acção cultural e na publicação de livros e textos que registam passagens importantes da nossa história colectiva. Com a concessão do primeiro foral em 1183, D. Afonso Henriques deu estatuto jurídico e administrativo a Melgaço, fundando assim o nosso concelho. Ao longo (...)

VERTIGENS

30.05.15, melgaçodomonteàribeira
  A pedra de toque desta obra de Albertino Gonçalves é a vertigem, uma repentina névoa do olhar que o leva a perder nitidez, associada a um ligeiro desequilíbrio que complica os movimentos, baralhando os gestos e as acções humanas. O sociólogo cujo olhar, por natureza epistemologicamente calculado e vigiado, se deixe tentar pela vertigem deste desequilíbrio humaniza todavia o conhecimento, aproximando-o da condição humana e das figuras que a exprimem, não apenas a (...)

O MOSTEIRO DE FIÃES

15.06.13, melgaçodomonteàribeira
    Quando, em Março de 1981, estava prestes a terminar o ano beneditino, dedicado à comemoração do XV Centenário do Nascimento de S. Bento – acertadamente denominado Patriarca dos Monges do Ocidente e Pai da Europa –, além de termos apresentado uma comunicação ao « I Colóquio sobre Monacato Gallego », intitulada O estado dos mosteiros beneditinos na Arquidiocese da Braga no século XV, escrevemos também três longos artigos, publicados em « A Voz de Melgaço », de 1 e (...)

CONTOS DA RAIA

20.04.13, melgaçodomonteàribeira
    Luís Faria nasceu em Março de 1954, na Casa da Corga, na freguesia de Remoães, Concelho de Melgaço. Hoje é professor do quadro de um agrupamento escolar, destacado na CPCJ (Comissão de Protecção de Crianças e Jovens). É amante das letras e alguns dos seus autores preferidos são Camilo, Eça, Bocage, António Vieira, Fernando Pessoa, Eugénio de Andrade, Cervantes, Voltaire e Lorde Byron. Foi o vencedor do concurso literário lançado no ano de 1992 pela Câmara Municipal (...)