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MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

EL REY DOM MANOEL E OS CRIMINOSOS GALEGOS

16.09.17, melgaçodomonteàribeira
  COLLECÇÃO CHRONOLOGICA DA LEGISLAÇÃO PORTUGUEZA     DOM MANOEL, por graça de Deus, Rei de Portugal e dos Algarves etc. A quantos esta nossa Carta virem, fazemos saber, que o Juiz e Officiaes da Villa de Melgaço nos enviaram dizer, que, por se evitarem algumas mortes, roubos e males, que muitas vezes na dita Villa se faziam, por alguns galegos do Reino de Galiza se á dita Villa se vierem acolher e estar, tendo no dito Reino commettidos e feitos graves maleficios; e por ser de (...)

OS FORAIS DE MELGAÇO

28.01.17, melgaçodomonteàribeira
  A cultura tem constituído preocupação primária na nossa política municipal. A Câmara de Melgaço tem investido na recuperação do património e na criação de infra-estruturas e equipamentos, assim como na acção cultural e na publicação de livros e textos que registam passagens importantes da nossa história colectiva. Com a concessão do primeiro foral em 1183, D. Afonso Henriques deu estatuto jurídico e administrativo a Melgaço, fundando assim o nosso concelho. Ao longo (...)

UM REGRESSO QUE SE SAÚDA

01.10.16, melgaçodomonteàribeira
  Relançar o Boletim Cultural de Melgaço impõe-se também como forma de afirmação da identidade, contrariando a tendência para esbater as diferenças entre municípios que o fenómeno da globalização tende a favorecer. Publicações como esta exigem de nós a reflexão dos mais diversificados assuntos locais, acolhendo investigações sobre o território (...)

FARO DE VIGO, 10/9/2016

24.09.16, melgaçodomonteàribeira
méndez ferrín   CINE E FRONTEIRA   Xavier Nogueira, viaxeiro, historiador, xeógrafo, escribe ao Fondo dos Espellos. “O caso (cóntanos) é que a comezo dos oitenta coñecín en Melgaço certo personaxe digno de lembranza. Presentoumo alguén do lugar que coñecía a súa historia e peripécia (…) Aquel home, xa maior, vivía cerca da Cámara, na rúa que descende lateralmente desde a Praça da República ata a de Hermenegildo Solheiro. Con grande amabilidade relatou como polos (...)

ROUSSAS: O MILAGRE DE GREGÓRIO VAZ

05.10.14, melgaçodomonteàribeira
 Capela da Senhora da Graça - Roussas   A CAPELA DA SENHORA DA GRAÇA      Á padroeira d’esta ermida se attribuem muitos milagres; mencionarei apenas um reputado como tal, por prender com a nossa história.    Pelos annos de 1660, durante a guerra da Restauração, hindo Gregorio Vaz, natural d’esta freguezia, e soldado de exército portuguez, com mais dois camaradas, reconhecer os movimentos do exército castelhano, que se achava acampado nos Arcos (Galliza), cahiram todos (...)

AUGUSTO CÉSAR ESTEVES IV

12.03.13, melgaçodomonteàribeira
    Uma obra impressa nas folhas do Notícias de Melgaço, órgão e voz de uma mescla de juristas, de professores, de funcionários públicos e de negociantes bem sucedidos conotados com posições e sobretudo com interesses contrários aos defendidos e representados pelos Padres Vaz e seus amigos na Voz de Melgaço, que ainda hoje se publica. Num oportuno artigo intitulado Os lugares vistos de dentro: estudos e estudiosos locais do século XIX português, Augusto Santos Silva começa (...)

AUGUSTO CÉSAR ESTEVES III

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    1. A escrita ao serviço da identidade local e nacional   Esse testemunho merece toda a nossa atenção e engloba parcelas importantes da tua actividade como melgacense preocupado com a sua terra e o seu país, como cidadão politizado e decidido a uma intervenção pública constante, como jurista e como eterno e incansável aprendiz de historiador e monografista local. Membro da geração do primeiro decénio de novecentos, interventiva como se infere, por exemplo, da greve (...)

AUGUSTO CÉSAR ESTEVES II

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    Augusto Esteves logo que começou a abrir os olhos para a vida, o que viu? Qual Buda viu crianças expostas, viu a miséria de caseiros e jornaleiros, viu gente a morar em casas minúsculas, tugúrios inóspitos e horríveis – enfim, viu uma feira de vergonhas, de situações aberrantes e indignas do ser humano. Ele viu tudo isto, porque como o próprio deixou dito: cresci (…)  ao ar livre. E à medida que foi crescendo afastou-se paulatinamente do modelo: viu, tornou a ver, (...)

AUGUSTO CÉSAR ESTEVES I

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    AUGUSTO CÉSAR ESTEVES – O HOMEM, A VIDA, A OBRA…     O real serve-nos apenas para construir, melhor ou pior, um pouco de ideal. Talvez não seja útil para nada mais. Anatole FRANCE – Le Jardin d’Epicure     1 – Um português de Melgaço ou o enorme peso das raízes   Escrever sobre uma pessoa é fácil ou difícil conforme as perspectivas, os elementos biográficos que tivermos ao nosso dispor, a distância no tempo, a nuvem que o encobriu depois da sua morte, o (...)

O COUTO DE S. JOÃO DE LAMAS DE MOURO

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    Ao virar da página para um novo milénio comemora-se o primeiro centenário da demanda judicial da Coutada de Soengas, entre as freguesias de Lamas de Mouro e Cubalhão, ambas do concelho de Melgaço, e, na senda das comemorações centenárias, sacudismo a poeira ao alfarrábio avelhentado e do esquecimento desenterramos os nomes e os factos que fizeram a sua historiografia. Esta acção judicial fez eco nos píncaros nevados da montanha e a sua lembrança continua bem presente na (...)