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MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

A MOCIDADE DE D. JOÃO V

09.03.19, melgaçodomonteàribeira
mercado municipal   Philippe entretanto ia preludiando com energia, capaz de ombrear com a veracidade atribuída aos Cyclopes. Uma das mãos fez presa no primeiro melão de inverno que encontrou, enquanto a outra, profanando as virentes capelas de salsa, forrageava nas tiras de presuntinho de Melgaço e no real paio alentejano. Dois cães pouco amáveis, inquietos e felpudos, invadiram a sala, fazendo escolta ao capitão, e tomaram posições junto da sua cadeira, associando-se ao (...)

OS TEMPLÁRIOS EM MELGAÇO

22.07.17, melgaçodomonteàribeira
  DA MILITAR ORDEM DE MALTA   He já público, até em o Tomo e Liv I. Trast. IV. Cap. 3 da Corogr. Portug. Do P. Carvalho p. 293 e segg., como sempre se conheceo Couto no Civel em Feaes, confirmado pelo Sr. Rei D. Affonso Henriques, e seus successores, ao antigo Mosteiro Benedictinno ali fundado pelos annos de 851, com a invocação de S. Cristovam; mudada, depois de passar a Cisterciense, para a de Santa Maria de Feaes no anno de 1150. Ao qual fez varias Doações em Janeiro de 1166 a (...)

MELGAÇO E D. JOÃO I

15.07.17, melgaçodomonteàribeira
  XVI Centenário da Tomada do Castelo de Melgaço     A CAMPANHA DE D. JOÃO I CONTRA AS FORTALEZAS DA REGIÃO DE ENTRE-DOURO-E-MINHO                                                       Por: HUMBERTO BAQUERO MORENO  ……………..   A derradeira campanha de D. João I contra um reduto acastelado de Entre-Douro-e-Minho deu-se em Fevereiro de 1388. Depois duma longa permanência em Braga, desde 11 de Setembro de 1387 até ao (...)

MELGAÇO QUESTIONA O REI

10.06.17, melgaçodomonteàribeira
        O BISPO D. GIL PERES DE CERVEIRA, D. AFONSO III E OS MUNICÍPIOS DO ALTO MINHO        Melgaço regulava-se por um antigo foral, outorgado por volta de 1185, a que serviu de referência o de Ribadávia, na vizinha Galiza. Estava este foral em vigor quando, em 29 de Abril de 1258, D. Afonso III subscreveu uma nova carta em que se lhe outorgava um foral idêntico ao de Monção: “do vobis forum de Monçom” (32). Este novo foral, que tinha entre as testemunhas o delegado (...)

S. ROSENDO, D. AFONSO HENRIQUES E O CASTELO DOS MONTES LABOREIRO

03.06.17, melgaçodomonteàribeira
        CASTELO DOS MONTES LABOREIRO José Domingues   O castelo dos Montes Laboreiro ou do Laboreiro (fr. Castro Laboreiro, c. Melgaço) é a segunda fortaleza mais setentrional de Portugal – a primeira é o vizinho castelo de Melgaço (fr. Vila, c. Melgaço). Situa-se em frente do lugar da Vila de Castro Laboreiro, no alto dum cabeço rochoso da cordilheira montanhosa de Entre-Lima e Minho – na época medieval identificada com os Montes Laboreiro, topónimo que ainda perdura do (...)

OS FORAIS DE MELGAÇO E RIBADÁVIA

25.03.17, melgaçodomonteàribeira
    OS FORAIS ANTIGOS DE MELGAÇO, TERRA DE FRONTEIRA   (…)   Devem ter sido os burgueses de Allariz que manifestaram a Afonso VII a sua preferência pelo modelo sahaguntino, tal como os moradores de Ribadávia se interessarão pelo de Allariz e os de Melgaço pelo de Ribadávia. Convém não esquecer que Ribadávia e Melgaço se situam nas margens do rio Minho, a uma distância relativamente próxima, e estavam ligadas por um caminho que, estabelecidas as proporções, era mais (...)

CRÓNICA ESQUECIDA D'EL REI D. JOÃO II

03.09.16, melgaçodomonteàribeira
    (…) Chegou a Lisboa uma delegação de judeus espanhóis, dirigidos pelo velho e respeitado D. Isaac Aboab, o último Gaon de Castela e que já fora mestre de Abravanel. Vinha acompanhado de trinta rabinos dos mais ilustres de Castela, o bom velho, e solicitou ao Rei a sua clemência e a entrada dos judeus de Castela em Portugal. (...)