Sábado, 17 de Junho de 2017

O AVARENTO DE MELGAÇO

16 c2 - pastoriza+feira.JPG

 

 

O AVARENTO

 

 

Havia um homem duma aldeia de Melgaço que, ainda novo, saltou para França e por lá andou a labutar como mineiro. Sendo o trabalho duro e pouco saudável, acabou por voltar quando tinha alguns francos no bolso. Vendeu as fragas que lhe couberam em herança e comprou por tuta-e-meia uma quintarola ao pé de Braga de antigos senhores arruinados.

Vivia sozinho em casa e a sua vida era o amanho contínuo das leiras e das hortas à volta. Uma vaca, galinhas, alguns coelhos e um cão eram as únicas companhias. À excepção dos trabalhos mais pesados, como o das vindimas e o da ceifa, em que tinha de pedir ajuda, evitava o contacto com a vizinhança.

Viam-no por vezes nos caminhos a vergar ao peso de um fardo de palha ou de um carrego de mato, pois carroça não tinha e não usava. Dizia-se que comia caldo aziumado de uma semana e carne de porco gorda, para poupar. E constava-se que com aquela sovinice toda devia ter uma boa maquia debaixo do colchão.

Uma vez por semana ia ao mercado da cidade a pé vender uma dúzia de ovos, uns quilos de batatas, a fruta que lhe sobejava porque não gastava desses luxos e uma galinha gorda. Até que um dia cegou e foi graças aos gritos de desespero que os vizinhos lhe foram acudir.

Alguns mais gananciosos, aproveitaram a ocasião para procurar debaixo do colchão. Mas não encontraram nada. O homem, ou meteu o dinheiro no banco, ou escondeu-o nalgum buraco da casa.

Morreu pouco depois, deixando a quinta aos sobrinhos de Melgaço que mal o conheciam e o deixaram morrer como cão abandonado. Porque não se entendiam entre si quanto às partilhas, a quinta e a casa foram deixadas ao Deus dará.

A casa, com a falta de uso, começou a arruinar-se e hoje em dia dizem que está assombrada com a alma penada do dono, que anda por ali a guardar o dinheiro escondido. Há quem afirme ter visto de noite luzes dentro de casa. Muitos dizem ser mentira, pois as portadas das janelas estão sempre fechadas e, se houvesse luz dentro de casa, não se veria cá de fora.

 

 

 

Fonte: AA.VV., - Literatura Portuguesa de Tradição Oral

                             Projecto Vicial – Univ. Trás-os-Montes e Alto Douro

  1. p.AP14

 

Retirado de: www.lendarium.org/narrative/o-avarento/?category=28

 

Centro de Estudos Ataíde de Oliveira

 


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Sábado, 29 de Abril de 2017

VI CENTENÁRIO DA TOMADA DO CASTELO DE MELGAÇO

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A Câmara Municipal, a Região de Turismo do Alto Minho e «A Voz de Melgaço» promoveram a celebração do VI Centenário da Tomada do Castelo de Melgaço aos Castelhanos em 3 e 4 de Março de 1989, quando se encerrava o ano centenário.

A celebração deste acontecimento histórico de expressão local e nacional processou-se em três momentos soleníssimos: p Militar, o Cívico e o Religioso.

O primeiro momento viveu-se dentro das muralhas do Castelo; o segundo, na Sessão Académica, efectuada no Salão Nobre do Município; o terceiro desenrolou-se no vetusto e histórico mosteiro de Santa Maria de Fiães.

Neles se apresentaram notáveis trabalhos históricos, que, de per si, para além do acontecimento festejado, são dados fundamentais da nossa história, bem como dignos e merecedores de estudo como se de uma bíblia se tratasse.

A imprensa local publicou-os integralmente, e a imprensa não local apresentou sínteses.

Entendeu, a Comissão Organizadora, que só a publicação em livro poderia registar, devidamente, o valor, a importância e o interesse dos trabalhos com um duplo objectivo: dignificar a História local e proporcionar aos melgacenses – estudantes, professores e quantos o desejem – um instrumento válido e oportuno de cultura e de saber. Por isso se edita o volume que intitulámos: «O VI Centenário da Tomada do Castelo de Melgaço».

Para ambientar o leitor, inserimos, também, a entrevista que o Doutor José Marques, professor da Universidade do Porto, concedeu a «A Voz de Melgaço» de 15 de Janeiro de 1989.

Ocorreu-nos, ainda, uma decisão que julgamos ajudar a viver intelectualmente o acontecimento: a publicação do texto da Crónica de D. João I – (2ª parte) – de Fernão Lopes, visto ser o trabalho – base dos historiadores e, portanto, dos oradores que enobreceram, sobremaneira, a celebração que havíamos projectado.

Finalmente, arquivamos, pela sua beleza literária, colorido e sensibilidade, a composição «Inês Negra – A Heroína de Melgaço» do Conde de Sabugosa que, em síntese espectacular, escreveu um hino harmonioso e solene dos acontecimentos.

 

Edição da responsabilidade de:

    - Câmara Municipal de Melgaço

    - Região de Turismo do Alto Minho

    - «A Voz de Melgaço»

 

1991


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Sábado, 4 de Fevereiro de 2017

UMA VÍTIMA DO MIGUELISMO MELGACENSE

77 b2 - melgaço castanheiros.jpg

 

 

JOSÉ MANUEL GOMES DE ABREU

 

Foi uma das vítimas do miguelismo local, pois longos dias viu coar-se a luz do dia através das grades das cadeias onde o encarceraram; mas debaixo desta vil perseguição ao homem talvez estivesse e se escondesse uma inconfessada luta de interesses patrimoniais movida pelo ódio de melgacenses poderosos malquistados com o progenitor deste desditoso moço.

Viu-se contudo compensado após D. Maria II ser aclamada em Melgaço Rainha de Portugal pois por carta real de 4 de Novembro de 1843 foi-lhe confirmada a nomeação de escrivão camarário, cargo que ocupou sempre com muita proficiência e grandeza de isenção.

Casou com D. Joaquina de Jascão, nascida do casamento de José Cardoso de Campos e de Joana da Purificação, moradores na cidade do Porto, mas naturais, ele da freguesia da Senhora da Piedade e ela da de S. João Baptista de Ruivás, pertencentes ambas à diocese de Lamego.

Moraram de princípio no lugar da Corga da vila e depois na Rua de Baixo e não obstante o desempenho aturado do cargo administrativo e da chefia do registo da alfândega de Monção em terras de Melgaço, nunca a fortuna o bafejou, porquanto, «por causa das suas molestias, e pela calumnia que se lhe tiña feito por quatro requerentes em sessão de Camara, disendo que ouvera suborno na arrematação da obriga da carne, quando ella foi legalmente arrematada em Praça em gerencia da Camara então existente, arguindo-lhe a elle Ex Escrivão da Camara que tinha recebido sinco peças de sete mil e quinhentos do arrematante», renunciou ao cargo camarário em 11 de Agosto de 1843.

Camaristas, contudo, o defenderam da desprimorosa acusação e embora alguns propugnassem para ele reassumir as funções interrompidas, José Manuel foi vencido pela desgraça e embora continuasse a levar uma vida de honestidade e de pobreza, como um pobre de Cristo de finou em 23 de Junho de 1848.

António Máximo, que não só conhecia a dignidade e inteireza de ânimo, mas também admirava a nobreza de carácter deste seu irmão, respeitou também a sua memória quando a morte o levou, pois deu-se ao trabalho de quebrar os dentes às más línguas locais, mandando rezar por alma do mesmo no dia 1 de Julho um ofício de dezasseis padres.

Escondem hoje os seus ossos os velhos muros da igreja da Misericórdia; não sei, no entanto, se aí jazem os da sua viúva, que muitos mais anos aturou neste vale de lágrimas, visto só ter entregado a alma ao Criador no dia 1 de Março de 1871.

 

O MEU LIVRO DAS GERAÇÕES MELGACENSES

Volume I

Augusto César Esteves

Edição da Nora do Autor

Melgaço

1989

pp. 92-94

 

 


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Sábado, 31 de Dezembro de 2016

O CARTULÁRIO DO MOSTEIRO DE FIÃES

265 b  cart. m. fiães.jpg

 

 

O principal objectivo da publicação de qualquer cartulário medieval ou moderno é sempre proporcionar aos interessados a sua leitura integral e rigorosa, de forma a perspectivar a riqueza do seu conteúdo, por mais variado que ele seja, pelo que, em princípio, seria redundante e verdadeiramente desnecessário iniciar a sua apresentação com uma justificação. Neste caso, porém. Cremos indispensável elucidar os leitores sobre os motivos subjacentes a esta edição, tanto mais que, em 1995, o Moseo Arqueolóxico Provincial de Ourense publicou este códice do Arquivo Distrital de Braga, integrado na Universidade do Minho, com o título de Tumbo de Fiães, atribuindo a responsabilidade e os primórdios da preparação da edição literária a Xesús Ferro Cousedo, então já falecido.

(…)

 

O CARTULÁRIO DO MOSTEIRO DE FIÃES

(ADB, Ms. 1052)

Vol. I – Introdução. Transcrição. Índices

Autor: José Marques

Edição: Câmara Municipal de Melgaço

Agosto 2016

 

267 b cart mos fiães.jpg

 

NOTA PRELIMINAR

 

A edição fac-similada do Cartulário do Mosteiro de Fiães, se para nós representa a concretização de um sonho, há muito acalentado, mas que, no contexto económico e social dos últimos anos, não ousávamos propor, tornou-se realidade, mêrce de várias circunstâncias que permitiram podermos depositá-lo, hoje, nas mãos dos leitores, às quais não terá sido estranha a discreta intervenção de S. Bento, aqui venerado, pelo menos, desde a primeira metade do século XII.

 

O Cartulário do Mosteiro de Fiães

Vol. II – Fac-Simile

Autor: José Marques

Edição: Câmara Municipal de Melgaço

Agosto 2016

 


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Sexta-feira, 8 de Março de 2013

HISTÓRIA, CULTURA E PATRIMÓNIO II

 

 

CRÓNICAS DO CONTRABANDO

 

“Apreensão de 16 fanegas de sal a contrabandistas de Castro Laboreiro, no ano de 1686”



    “Por parte de Don Francisco Bermudez a cuio cargo estan por arrendamiento las ventas de salinas de Galizia y Asturias se há dado memorial a V. Magestade en este consejo refiriendo que el dia 27 de Mayo de este año estando Don Diego Rodriguez Guardamor da la Raia de Monterrey com sus Guardas rondando su distrito para obiar y embarazar las fraudes que cada dia se executan de entradas de sal de el Reyno de Portugal para los lugares corraianos como Viana del Vollo, y otros que pretenden eximirse de acopiarse solo con la mira á estas introduçiones y de fraudar la Real Hazenda encontraron a unos vezinos de la Villa de Castro Laboreiro de aquel Reyno cargados de sal çerca de la villa de Carballo Daberea y hauiendo intentado prenderlos se pusieron en fuga dejando mas de diez y seis fanegas del sal y solo se pudo coger a uno de los Portugueses que la conduzian al qual lleuaron presso á un lugar que llaman Reni desando la sal en el de Carballo y el dia 28 que fue el Guarda mayor y sus ministros a poner cobro en la sal les salieron al encuentro mas de çiem Portugueses naturales del lugar de Laboreiro todos armados con chuzos arcabuzes palos y otras armas con tal furia que les obligo a hazerse fuertes en una cassa del mismo lugar de Carballo y en ella los asaltaron los Portugueses maltratando los á arcabuzazos y a chuzazos; y hauiendose retirado e metido en un horno Juan Mendez uno de los ministros de Guardamayor y descubiertole los Portugueses le tiraron un carabinazo y dieron muchas heridas con los chuzos obligandole a salir y atrauesado en una caualleria le lleuaron á Portugal juntamente con los demas guardas maniatados afrentosamente como si fueran publicos malechores y en la mitad del camino ignominiosamente y atropellando los fueros de la humanidad a chuzazos puñaladas piedras y palos acauaron de matar al Juan Mendez retiniendo con el mismo (...) en (...) a los demas Guardas maniatados para executar en ellos lo mismo apretandoles los Portugueses le entregasen su presso con que les fue prezisso por librar la vida despachar persona para que le diesen libertad y con ella el Portugues presso y los demas sus conpañeros les dejaron amenazandoles que si otra vez los cojian los hauian de matar cuio suceso a dejado amedrontada toda la tierra y en especial a los guardas pues no quier ninguno exerzer este ofizio temiendose de otro trabajo semejante y que al exemplar todos los lugares conrraianos como es Viana del Vollo su Jurisdizion y los demas que pretenden eximirse de acopiarse se les habri la puerta para que con mas anchura puedan cometer fraudes pues sin que ellos vaiam por sal á Portugal los mismos Portugueses se la traen con que la Real Hazenda queda disipada generalmente en la contribuzion deste arbitrio y suplica a V. Magestade el arrendador se de á este desorden la prouidenzia conveniente.

    Todo este hecho se justifica por la caussa original y autos que se hizierin para el guarda mayor y demas ministros que se han presentado en este consejo con el memorial referido; y hauiendose visto en el con la particular atenzion que pide la grauedad deste casso á tenido por de su obligazion ponerle en la Real noticia de V. Megestade remetiendo juntamente a sus Real manos copia de los autos firmada de Don Francisco del Vaus y frias por donde no solo consta el graue delito que han cometido los Portugueses da la Villa de Castro Laboreiro en la muerte de un guarda y atropellamientos que executaron en los demas sino en faltar al cumplimento y obseruanzia de los capitulos de las Pazes ajustadas con aquel Reyno en los quales el noueno dispone.

 

Y si contra lo dispuesto eneste tratado algunos

mercadores sin orden ni mandado de los

Reyes respectiuamente hizieren algun daño

se reparara y castigara el daño que hizieren

sido apresados los delinquentes pero no

sera liçito por esta caussa tomar las armas

ni romper la Paz y en caso de no hazerse

justizia se podran dar cartas de marca o

repressallas contra los delinquentes en la

forma que se á costumbra.

 

    Y respecto de ser preciso acudir al reparo destos imcombenientes para que no se repitan es de parezer el censso que V. Magestade se sirua de mandar que por la parte donde toca se partiçipe lo que há passado al ministro de V. Magestade que assite en Portugal remitiendo la copia de autos que vá ao junta y ordenandole que en conformidad de lo dispuesto por los capitulos da las Pazes solicite se de condigna satisfazon destos exzesos y que se castigue seueramente a los que los han cometido como en estos Reynos se há executado y praticará siempre en casos desta calidad dando quenta a V. Magestade de lo que en razon desto consiguiere á fin de que se tenga entendido;

    V. M. Mandara lo que fuere su Real voluntad.

    Agosto 13 de 1686.

   

    Copia de consulta del consejo de Hazenda de 13 de Agosto en que da cuenta de los excesos cometidos por diferentes Portugueses de la Villa de Castro Laboreiro.”

 

José Domingues

 

Jornal: Porto dos Cavaleiros

 

Nº 5   Julho de 2003

 

Jornal de Lamas de Mouro

 

Director: José Domingues

 


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HISTÓRIA, CULTURA E PATRIMÓNIO I

 

 

Pediu-me o meu amigo José Domingues que escrevesse uma breve nota introdutória para esta publicação, sobre a questão de tentar provar a existência do foral de D. Afonso Henriques a Castro Laboreiro, dispensando quaisquer encómios pessoais.

Não me parece ser necessário salientar a importância deste foral para a historiografia de Castro Laboreiro e, também, para a história nacional em geral, porque ela é latente ao longo de todo o seu estudo. Compreender o presente e preparar o futuro, passam, necessariamente pelo conhecimento do nosso passado, o verdadeiro trampolim que nos projecta para o futuro e para o desenvolvimento como peculiar identidade cultural, que clama pela sua expressão.

O presente artigo tem como ponto de partida e base de reflexão o trabalho "Castro Laboreiro e seus forais", da lavra de um avaliado historiador, originário destas paragens crastejas, o padre Bernardo Pintor, ampliado, sobretudo, com as notas do manuscrito original de Gaspar Álvares de Lousada Machado, escrivão da Torre do Tombo, que não foram consultadas pelo douto investigador crastejo, conforme ele próprio confessa. Mas o presente trabalho vai mais além: servindo-se de uma vasta documentação conhecida, o autor traça conjecturas complexas e aventa várias analogias históricas, subordinadas sempre ao seu peculiar rigor científico, que nos elucidam sobre Castro Laboreiro no recuo medieval do século XII.

Muitas das ideias, juízos e considerações nele expressos são discutíveis e, com certeza, serão objecto de controvérsias próximas. Penso que essa altercação será sempre necessária e oportuna, desde que seja construtiva e concreta, e só pode enriquecer o singelo conhecimento dos antanhos da nossa terra. Descobrir e trabalhar documentos antigos, provocar essa discussão, parecem-me ser as elevadas contribuições da presente publicação e, com certeza, os propósitos do seu autor, para o bem da história e da cultura local de Castro Laboreiro.

Para os eventuais leitores menos relacionados com as eminentes manifestações do autor, em proveito da história local, não posso deixar de salientar, entre outras, a monografia sobre "O Couto de S. João de Lamas de Mouro" (sua terra natal), a fundação do período local "Porto dos Cavaleiros", o estudo dedicado ao "Direito do Padroado da Igreja de Castro Laboreiro na Idade Média", a comunicação multimédia apresentada nas 1ª Conferências de História Local, realizadas no ano transacto em Castro Laboreiro, que impulsionou esta obra, e a recente instituição do "Núcleo de Eestudos e Pesquisa dos Montes Laboreiro", projecto em que tenho todo o prazer de colaborar, desde a criação, em estreita parceria.

 

Aliadas a esta obra, que hoje se imprime, são exemplos claros e iniludíveis da dedicação do Dr. José Domingues ao estudo e investigação do passado da nossa terra natal, só me resta consignar-lhe os votos sinceros de incentivo à continuidade e a promessa de isenta cooperação no incipiente projecto do Núcleo de Estudos e Pesquisa dos Montes Laboreiro, que conjuntamente ombreamos e serve para estreitar e prolongar a nossa amizade recrutada no traquejo das cadeiras do Colégio D. Diogo de Sousa.

 

Castro Laboreiro - 14 de Julho de 2003

 

Américo Rodrigues

 

O FORAL DE D. AFONSO HENRIQUES A CASTRO LABOREIRO, " ÁDITO" PARA O DEBATE

 

Autor: José Domingues

 

Edição: do autor?

 

Julho 2003

 

Núcleo de Estudos e Pesquisa dos Montes Laboreiro

 

E-mail: monteslaboreiro@hotmail.com



publicado por melgaçodomonteàribeira às 17:59
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