Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

A RIBEIRA QUE DEIXOU DE SELO

08.09.18, melgaçodomonteàribeira
rio trancoso   A RIBEIRA QUE DEIXOU DE SELO. A FRONTEIRA GALEGO-PORTUGUESA TRAS O GOLPE DE XULLO DE 1936   (…)   No primeiro dos casos, e decir, un fusilamento cun xuicio, ainda que sumarísimo e urxente, documentábase o condeado, e polo tanto, eram mais doado o recoñecemento e a deportación cara Portugal. Cando a morte producíase pola acción dos teóricamente incontrolados, esto non era posible. Recibíronse informacións de morte de traballadores portugueses da vía férrea (...)

MELGAÇO NA LITERATURA GALEGA

02.09.15, melgaçodomonteàribeira
             O CAPITÁN GALEGO    A xeografia galega de Álvaro Coristanco é, fundamentalmente, ourensá e raiana, moi limitada espacialmente e restrinxida ao sur de Galicia. Como xa indicamos anteriormente, Sernin sitúa o nacemento, a infancia e a adolescência de Álvaro no pobo ourensán de Sobrado, a duas horas de cabalo da fronteira (...)

14-10-1930 – DETALHES DO DESCARRILAMENTO DO COMBÓIO MADRID-VIGO

15.04.13, melgaçodomonteàribeira
  Relógio do comboio Madrid-Vigo conservado nos Bombeiros Voluntários de Melgaço     DETALLES DEL ACCIDENTE. CÓMO MURIÓ LA NIÑA ROSA CARBALLO. LOS HERIDOS.       Vigo 14, 9 noche. Se conocen nuevos detalles del accidente ocurrido en las inmediaciones del puente de Cequelinos al expreso de Vigo.     El descarrilamiento sobrevino en una curva proninciadísima que desemboca en el puente sobre el río Miño. Sigue ignorándose aún la causa del descarrilamiento.     Se (...)

14-4-1929 – FUNDAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE MELGAÇO

14.04.13, melgaçodomonteàribeira
  Comboio Madrid-Vigo descarrilado em Crecente   ABC. MIERCOLES 15 DE OCTUBRE DE 1930. EDICION DE LA MAÑANA. PAG. 19.     DESCARRILAMIENTO DEL EXPRESO DE MADRID A VIGO     DOS MUERTOS E MUCHOS HERIDOS. EL LUGAR DEL ACCIDENTE. TRES TRENES DE SOCORRO. NOMBRE DE LAS VÍCTIMAS. VIAJEROS DETENIDOS EN MONFORTE.   LAS PRIMERAS NOTICIAS       En las primeras horas de la tarde se supo ayer en Madrid que entre las estaciones de Pousa y Arbo, en la línea de Monforte a Pontevedra, había (...)

NÃO ESQUECEREMOS - CASTRO LABOREIRO E O DRAMA DOS REFUGIADOS

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    GALIZA E PORTUGAL: IDENTIDADES E FRONTEIRAS   O DRAMA DOS REFUGIADOS      “Um dos maiores crimes de Salazar foi a entrega de refugiados às autoridades nacionalistas espanholas” (Prof. Emídio Guerreiro)    Pelos relatos dos interrogatórios da PVDE a oficiais republicanos espanhóis refugiados em Portugal e comunicações da Guarda Fiscal, documentos constantes do Arquivo da PIDE/DGS e outros organismos, ficamos a saber como eram tratados e que resposta davam os (...)

A TIA TINA

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    ERNESTINA SOUSA, FILHA DE AMÁLIA E ILÍDIO   A TIA TINA      Nos bailes frequentados pelos papo-secos de Monção as raparigas caíam dengosas para o lado deles, a Ernestina, que era um espectáculo de mulher, aliás, cabe aqui registar que todas, mas todas as mulheres descendentes do Félix e Conceição eram uns pancadões de tirar o fôlego a qualquer mancebo. Pois a Tina fisgou o Adolfo que se aprumava na vida com uma lojinha de sociedade com outro rapaz, de Monção.    (...)

AS MULHERES DO CONTRABANDISTA

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    UMA VIDA SENTIMENTAL PARTICULARMENTE ATRIBULADA      "Águas passadas não movem moinhos." Helena do Ângelo, de 70 anos, resume, assim, as vidas sentimentais atribuladas – a sua, a de Adolfo Vieira e a de outras mulheres que ele conquistou ao longo das décadas de 40 e 50.    No auge, dono de propriedades, milionário, figura respeitada, Adolfo deitou para trás das costas moralismos ou tradições familiares e tratou de levar a vida à sua maneira. As mulheres terão sido a (...)

VIDA DE RICO, MORTE DE POBRE

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
       Dinheiro e mais dinheiro. A movimentação de homens, carroças e sacos no armazém de Adolfo Vieira, por detrás do actual Palácio da Justiça de Monção, significava mais uns contos largos a amealhar ao seu já milionário pecúlio. Os negócios, legais ou ilegais, terão feito dele um dos indivíduos da vila. A acreditar nas histórias de amantes, filhos e de alguns que o conheceram, Adolfo não era do género de correr riscos, andar a saltar de um lado para o outro da (...)

SAMARRA, O COMENDADOR

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
 Ponte do Mouro     A “INICIAÇÃO” DE GOMES     Abastado, Adolfo Vieira caiu no goto de todos pelas manifestações de solidariedade e os actos de generosidade para quem precisava de ajuda. Nem só os seus descendentes enaltecem as qualidades do homem.    Muitos, amigos, colegas ou simples desconhecidos, safaram-se à custa do saco sem fundo do contrabandista, que não temia qualquer tipo de concorrência. A maioria a ele deve uma vivência sem sobressaltos financeiros, os (...)

HOMENAGEM À LAURINDA DO MANCO

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    A 24 DE ABRIL DE 74 ÉRAMOS ASSIM        Um dia, princípios de Março ou ainda fins de Fevereiro, o Zé, anafado e risonho, confidenciou à malta que algo se preparava. Que em Lamego “estava tudo sobre rodas” (sic). A Isabel guinchava, a Fernanda saltava e eu nem se fala. Aquelas reuniões fim de tarde prolongavam-se noite fora em casa da Fernanda e do Zé (Ferraz) com a Joana. Ou em minha casa com a João e a Teresa Feijó. Ou no Marco com a Isabel e o Jorge Baldaia. Ou em (...)