Sábado, 16 de Dezembro de 2017

O CONDE DE REGALADOS

 

festas da cultura, anos 80, séc. XX

                          

O CONDE DE REGALADOS

 

 

Entraram no senhorio de Valladares os Abreus, senhor da casa, torre e couto de Abreu, em Merufe, alcaide-mór de Lapella, Melgaço e Castro Laboreiro, em tempos de D. Pedro I e de seu filho Fernando I. Nas guerras que houve entre Portugal e Castella (por causa das pertenções de D. João I de Castella, com fundamento de ter casado com D. Beatriz, filha de D. Leonor Telles de Menezes) este Abreu, não quis entregar ao nosso D. João I, em 1385, o castelo de Melgaço, onde se achava, pelo que o rei português lhe tirou o senhorio de Valladares e outros. (Vasco Gomes de Abreu, era parente de D. Aldonça de Vasconcellos, mãe da rainha D. Leonor Telles de Menezes, e, por isso seu partidário.)

Na freguesia de Merufe há uma torre (que foi coutada) com uma aldeia chamada Pica de Abreu (Pinheiro de Abreu) solar dos Abreus, dos quais e desta torre já se acham notícias no tempo do conde D. Henrique. Era então senhor da Pica, Gonçalo Rodrigues de Abreu, que foi vassalo, e companheiro do conde nas suas batalhas, e de seu filho, Lourenço de Abreu, senhor do mesmo couto, que se achou com D. Afonso Henriques na batalha de Arcos de Vez, em 1129.

Foi este Lourenço de Abreu, que por ordem de D. Afonso Henriques, construiu o castelo e torre de Lapella, contra os gallegos.

Este couto foi do marquez de Tenorio, e cada morador lhe pagava, um alqueire de cevada. (veio à casa de Tenorio, por aquele marquez ser neto de D. Maria de Abreu Noronha, condessa de Crescente)

A alcaidaria de Lapella, andou na casa dos Abreus de Merufe, até que a venderam ao marquez de Vila Real, que a perdeu, com vida, em 1641, por traidor à pátria.

Entre as muitas e grandes quintas que os Abreus tiveram nesta ribeira, tinham também foros em Vila-Boa e Valladares, com título de direitos reais.

De Lourenço de Abreu, foi filho e herdeiro, Gonçalo Rodrigues de Abreu, rico-homem de D. Sancho I e de D. Afonso II, e se achou na tomada de Elvas, em 1225.

Dos Abreus de Merufe procedem os Abreus de Torre da Grade, os da casa de Anquião em Fornelos de Ponte de Lima, os de Atães de Moure, os de Sol, os morgados da Tábua, os de Vilar junto a Viseu, os da quinta de Cousiguem, os dos Arcos, os da Barca, os de Candoso e muitas outras famílias nobres. Na Índia foram senhores de Fenapôr.

A casa dos Abreu Lima, ramo dos que foram alcaides-mór de Lapela e senhores de Regalados, é a actual do Ameal.

Os Abreu da casa de Anquião procede de D. Rodrigo de Mello Lima, senhor comendatário de Refojos de Lima, filho segundo de D. Leonel de Lima, 1º visconde de Vila Nova de Cerveira.D. Rodrigo deu a sua casa de Anquião a sua filha, D. Joana de Mello, que casou com João Gomes de Abreu, filho segundo de Leonel de Abreu, senhor de Regalados.

 

Retirado de:

http://GeneAll.net-RE:conde de Regalados

http://Gfille:///C:/Documents

 


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Sábado, 28 de Novembro de 2015

FILIPA DE LENCASTRE

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MELGAÇO, 3 DE MARÇO DE 1388

 

Ricardo, o escudeiro do rei, estava à porta do castelo porque D. João lhe ordenara que ficasse ali a ver chegar a rainha e lhe indicasse para onde devia seguir.

Os archotes ardiam nas muralhas e em todas as casas rodeadas por elas, e apesar do frio da noite, ouvia-se o canto dos soldados vitoriosos: Melgaço tinha sido conquistada, e era agora portuguesa. João desforrava-se simbolicamente de Juan de Castela e de John of Gaunt, como se ao primeiro mandasse a mensagem de que faria incursões no seu território sempre que o entendesse, e ao outro que não precisava dos exércitos ingleses para nada.

Philippa pensou lembrar-lhe que fora ali que o pai estivera alojado, quando os habitantes e os soldados lhe tinham entregado a fortaleza de mão beijada, mas depois pensou que não fazia sentido defender o pai contra João. Partiu do mosteiro de Fiães para onde regressara passadas as festa natalícias, feliz e contente, a mão na barriga que continuava a crescer, e os cinco meses de gravidez já não tornavam possível esconder.

O banquete era servido na torre principal, mas as mesas estendiam-se pelo terreiro e até pelas ruas, que a população galega que naquele dia passara a portuguesa, achava por bem começar já a homenagear o seu novo rei, que o outro também lhe servira de pouco.

Quando Philippa, no seu vestido verde-escuro, uma tiara de ouro na cabeça, entrou na sala, todos lhe ergueram a caneca de vinho. O rei chamou-a para junto de si e pediu ao escudeiro Ricardo que lhe contasse a primeira batalha a que assistira. Logo uma em que tinham acabado vencedores.

Philippa esforçou-se por não rir, porque a descrição do miúdo, que tinha crescido centímetros sobre centímetros no último ano e a quem a puberdade esganiçara a voz, era no mínimo hilariante. O miúdo lembrava-lhe Henry, quando chegava dos torneios, e tropeçava nas próprias palavras, tal a vontade de num segundo resumir tudo o que acontecera em dias inteiros.

Mas os olhos perderam imediatamente o brilho de felicidade quando percebeu que Afonso estava do outro lado do pai, furioso pela sua presença.

- O que faz uma mulher na celebração de uma batalha? – perguntara o infante entre dentes. À fúria da chegada de Philippa, somava-se o desespero de El-Rei seu pai ter tido o desplante de pedir a um mero escudeiro o relato da conquista, quando tinha o filho à sua esquerda.

Fingindo não ter ouvido o comentário, Philippa estendeu a mão a Afonso, que a beijou de má vontade. Nada incomodada, a rainha perguntou:

- Já sei Afonso, que a tua coragem na tomada deste castelo foi digna da do teu pai.

O miúdo ficou petrificado. Não podia responder torto a quem lhe falava tão bem, e por outro lado a lisonja, como Philippa depressa descobriria, era uma arma que o vencia sempre. Olhou-a desconfiado, mas o pai, apanhando a «deixa», confirmou:

- Apesar de ter apenas onze anos, o Afonso lutou sozinho com um soldado castelhano (omitindo que Nuno Álvares estava a seu lado para o que desse e viesse) e acabou por lhe fazer saltar a espada da mão…

- Que voou pelos ares… e foi bater numa das ameias – continuou Afonso, excitado, esquecido da raiva e do ódio.

Philippa tinha um talento imenso para lidar com crianças, porque não esquecera ainda como era sentir-se mais pequeno, desprotegido e ignorado pelos adultos. Por isso foi encontrando formas de ir prolongando a conversa, até que o enteado se mudou para o seu lado e falou com ela a noite inteira. Esquecido, mas por momentos apenas, de que a criança que crescia dentro dela poderia ser o seu mais poderoso rival.

Melgaço era finalmente portuguesa e a comandá-la, o rei deixara João Rodrigues de Sá, aquele que mandara em seu lugar casar por procuração com Philippa. Quando se despediram, a rainha não resistiu a dizer-lhe que esperava que esta tarefa fosse mais fácil do que a outra, e ele com seu sorriso tímido e reservado, dobrara ligeiramente o joelho para lhe beijar a mão.

 

Filipa de Lencastre

A Rainha Que Mudou Portugal

Isabel Stilwell

A Esfera dos Livros

30ª Edição

Novembro 2014

PP. 318-320

 


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Quarta-feira, 28 de Outubro de 2015

MELGAÇO, 3 - 3 - 1388

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CERCO DE MELGAÇO, 1388

 

Nos inícios de 1388, ainda em janeiro, D. João I partiu para Melgaço, com “huas mil e quinhemtas lamças e muita gemte de pee”, assentando arraial longe da vila. A vila era “cerquada se arrabalde, de bom muro e forte castello” e defendida por uma guarnição de “atee trezemtos homes darmas e outros muitos pioens escudados”, comandada por Álvaro Perez de Sottomayor e Diego Preto Eximeno.

Assim que a hoste real chegou à vila, os seus defensores começaram logo a “tirar aos trõos e a escaramuçar com os de fora; e nam se feez dapno de hua parte a outra, nem cos trõos que lançarom. Durante os dias seguintes continuaram a disparar os seus trons e a escaramuçar com os portugueses, resultando alguns feridos e mortos. Ao fim de nove dias de cerco, já teriam “lamcadas sesemta pedras de tõos, que nam ffizeram porem dapno”.

Dom João I mandou então “aramar hum emgenho acima da ponte da vila”, disparado nos dias seguintes de forma sucessiva contra a vila cercada. Tratava-se de um engenho pirobalístico – um trom - , que provocava danos consideráveis na vila.

Paralelamente ao trom, na hoste do monarca “não quedavam de dirribar madeira e acarretalla, que el Rei mamdava trazer pera fazer duas escalas e hua bastida para mover jumtamente e pousar sobre o muro (…) e mandou mais fazer duas escalas”. Estes engenhos já foram referidos no capítulo relativo aos engenhos de assalto, não havendo necessidade de repetir a informação repetida por Fernão Lopes. Acrescenta-se apenas que a construção dos engenhos e a preparação do terreno para o seu avanço demorou quinze dias, durante os quais as duas partes não cessaram os seus ataques.

 Fernão Lopes indica que os atacantes utilizavam ainda “pedras demgenho” contra os defensores. O mesmo cronista relatou que “cada dia tiravam os trõs e o emgenho hus aos outros, e o emgenho fazia muito mal na vila, e os trõs nam empeciam nada”. Tendo em conta a capacidade destrutiva do “emgenho” considera-se que se tratava de um engenho neurobalístico, nomeadamente um trabuco ou um trabuquete.

O aparato militar era tal que o monarca mandou chamar a sua esposa, Filipa de Lencastre, para que esta assistisse àquele que esperava ser o combate final do cerco.

Então, no dia 3 de março, mandou “el Rei que aballase a bastida com os seus coregimetos comtra a villa, como tinham ordenado, e moveo com fforça de gemte, pero ffoi bem dezoito braças; deshi moveo hua ala, depois a outra, e estiveram anbas defromte do muro arredada hua da outra. E tiraram lhe sete trõos que lhe nã ffizeram dapño. E depois movarã outra vez e ffoi bem rijamente; e chegou se tamto a villa que punham hu pee no muro dentro e outro na escala, Sobio muitas companha e o Prioll primeiro que todos, e mandou el Rei que tirassem a fora. Emtam se feez prestes pera mamdar combater e mamdou dez homes darmas que sobisem no mais alto sobraado, homde hiam as pedras da mao. E moveo todo jumtamente, as escallas pera pousar e a bastida em que hiam os homes darmas e besteros. E da bastida saiam homes com grossos paos que acostavã ao muro, e poseram muitos deles e fycavam de fumdo emparados”.

Os defensores tentavam a todo custo impedir o avanço das forças de D. João I, lançando-lhes pedras e fogo, mas não conseguiam provocar-lhes danos suficientes para refrear os seus ataques. Acabaram por pedir preitesia ao monarca, que se mostrou reticente em aceitar mas, por conselho de alguns dos seus homens, acabou por fazê-lo.

Estabeleceu-se que “desem a villa a el Rei, e que saisem em gibões, sem atemdo lamçadas da villa de demtro ao arraial cemto e vimte pedras de trõos, que nenhuu nojo fizeram e do arraial a villa trezemtos e trimta e seis, que danaram gram parte della”.

Assim terminou o cerco a Melgaço, a 3 de março de 1388, no qual se recorreu a trabucos, escadas e torres de assalto, para além de trons, da parte dos atacantes. Os defensores, por sua vez, apenas recorreram a engenhos pirobalísticos, não havendo referência à utilização de engenhos neurobalísticos.

 

Retirado de:

 

Bárbara Patrícia Leite Costa

2º Ciclo de Estudos de Arqueologia

Engenhos, armas e técnicas na Idade Média

portuguesa (séculos XII – XIV)

2014

Faculdade de Letras

Universidade do Porto

 


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Quarta-feira, 21 de Outubro de 2015

SOBRE O MOSTEIRO DE FIÃES I

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Mosteiro de Fiães, desenho de José Pereira em O Minho Pitoresco, 1886

 

 

SANTA MARIA DE FIÃES

 

Igreja do mosteiro com o mesmo nome, classificada como Monumento Nacional desde 1913, como em muitos outros casos as brumas do tempo escondem o seu nascimento. A ausência de dados faz com que se aplique um modelo explicativo para as suas raízes: em finais do séc. IX terá sido fundado um ermitério ou um cenóbio de tradição visigótica de S. Frutuoso e com ligações a Dume, sendo que o primeiro documento conhecido data de 1154, havendo um outro de 1157 onde se menciona a regra de S. Bento. A primeira referência explícita a Cister consta de um documento de 1194 onde consta a filiação de Fiães em Tarouca.

É ainda no séc. XII que se constitui o seu património através de doações, legados, compras e escambos onde sobressai em 1157 a constituição do Couto por meio da doação de Afonso Pais (embora falte um documento que confirme as isenções) e o apoio de Afonso Henriques que lhe outorga em 1177 o que possui de bens em reguengos de Melgaço ao termo de Chaviães e de Cátaro ao Rio Minho, erguendo os monges uma granja em terras de Orada e aí erigindo uma capela considerada uma das jóias do românico português. Sancho I revoga a doação da herdade da Senhora de Orada em benefício dos povoadores de Melgaço mas compensa o mosteiro com terras na freguesia de Messegães (Monção).

O primeiro século de existência será o seu período áureo e, como expressão de sua vitalidade, funda Ermelo na sua dependência que constituirá caso único em Portugal; embora não se saiba quantos monges terá podido sustentar, a documentação existente só demonstra a decadência posterior causada quer por mudanças de mentalidades quer pelo desmantelar da organização e apropriação dos rendimentos pelos abades comendatários. Estes aparecem para evitar que as igrejas sofressem os inconvenientes de uma vacatura prolongada, assim, até à nomeação de um novo superior era nomeado um pastor temporário, mas o sistema evolui para uma situação de benefício permanente.

A crise económica, social e também espiritual do séc. XIV com o seu rol de guerras, fome e doenças afectará também os mosteiros influindo na crise de vocações, desorganização e perda de rendimentos. Ainda assim, após as guerras fernandinas e a conquista de Melgaço por D. João I (tendo D. Filipa ficado instalada no mosteiro enquanto decorriam as movimentações militares), em 1392 aquele ainda lhes concederá o “dízimo do pescado miúdo no Rio Minho do termo de Melgaço contra Galiza com excepção das lampreias, sável e eiróses”.

O grande flagelo será, no entanto, a substituição do abade vitalício e eleito na comunidade pelos abades comendatários, absentistas que não conhecem os monges, não estavam a par das regras e usos, não mantinham a disciplina e não faziam cumprir devidamente o ofício divino, promovendo o relaxamento dos costumes. A eles só interessa os rendimentos do mosteiro, bens e rendas eram dissipados e consumidos, as casas não tinham monges suficientes e não eram providas do sustento para as manter, é natural o desleixo na manutenção e conservação dos edifícios. A casa real protege Alcobaça, mas o resto será dissipado.

Em 1532, fruto da intervenção de D. João III, é nomeado comendatário D. João de Cós, antigo prior de Alcobaça, homem enérgico e que vai residir para Fiães na tentativa de recuperar património fundiário, reorganizar a comunidade e realizar obras urgentes.

Quando o abade de Claraval chega a Fiães em Janeiro de 1533, verifica com agrado as obras de restauro começadas por D. João de Cós, nos tectos da sala capitular, na igreja do claustro e nos aposentos do Abade; tudo o resto eram grandiosas ruínas e uma pobreza gritante quanto aos paramentos e alfaias litúrgicas, meia dúzia de manuscritos, alguns muito belos mas antigos e obsoletos face ao avanço da imprensa e apenas o abade, 4 religiosos e 2 conversos. Condições de vida que, no entanto, não diferem substancialmente das da população em geral.

A degradação moral, sinais dos tempos de mudança e de reinvenção da espiritualidade no ocidente; a falta de piedade e o relaxamento dos costumes constituem uma nota pouco edificante em muitos conventos. Em Fiães, o caso da filha do anterior comendatário que na granja de Orada exercia a prostituição conjuntamente com 2 outras jovens, motivou a intervenção enérgica do visitador junto do Juiz de Melgaço, conseguindo expulsar as mulheres que exerciam a prostituição, inclusivamente, na abadia.

Em 1567, com a reforma da Igreja Católica, efectuada pelo Concílio de Trento acaba a sangria. Alcobaça fica como responsável pela Ordem em Portugal, institui-se a figura do Abade trienal e passa a ser exercida uma vigilância a cargo dos capítulos gerais de Alcobaça. Aos poucos foi recuperada a vivência monástica e abre-se uma época de reconstrução e recuperação dos edifícios de que Fiães acabará por beneficiar.

O Marquês de Pombal, na sua política de criação de um Estado centralizado, actua no sentido de submeter a Igreja à autoridade civil; é no âmbito desta problemática que entra o combate aos cistercienses; nomeia um geral da Ordem influenciável e que rodeia de homens da sua inteira confiança os quais promovem a reforma dos estudos monásticos e as pastorais de 1774 que, preparando os monges para futuras extinções possibilita o afastamento dos abades trienais com a desculpa de purificação do ambiente. Assim são extintos Mocambo, Tarouca, Lafões, Seiça, Maceira-Dão e Fiães entre outros, anexando as rendas a outras entidades: as de Fiães foram entregues ao Colégio da Conceição em Coimbra.

Esta primeira extinção foi fatal para muitos mosteiros entre os quais se encontrava Fiães. Apesar da restauração de 1777 levada a cabo por Maria I, a qual corrige a acção contra Alcobaça, a época já não era propícia à recuperação das instituições monásticas: cerceamento à liberdade de ingresso nas ordens religiosas e tomadas de ordens, efeitos da revolução francesa, da expansão do liberalismo e hostilidades durante a revolução liberal causadas pela posição miguelista que foi adoptada pelas instituições religiosas abrem campo ao decreto de extinção das ordens religiosas em 1834, inventariando-se os bens das ordens e integrando-os na Fazenda Real.

 

(continua)

 


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