Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

BOLETIM CULTURAL

12.01.19, melgaçodomonteàribeira
      Na sequência da atenção que a Câmara Municipal de Melgaço tem vindo a prestar à Cultura, nas suas múltiplas expressões, registadas nos sucessivos números da Agenda Cultural e no conjunto de publicações já patrocinadas, considerou-se oportuno criar o Boletim Cultural, como espaço privilegiado para a recolha e divulgação de estudos sobre o nosso património histórico, cultural, natural e humano.     O denso e agradável conteúdo deste primeiro número, que (...)

MÃES DO MINHO

22.09.18, melgaçodomonteàribeira
  “Mães do Minho”, de rosto sulcado pela ausência de afago, ficaram nas aldeias, no vazio das casas, abraçadas pelo xaile negro da despedida, carregando o árduo amanho da vida. Eles, os maridos e os filhos, partiram. Levaram como bagagem, a certeza da incerteza de tudo. “Mães do Minho”, um pelouro de referência humana, testemunho de uma época, de gerações, reflectidas na memória do tempo, que o próprio tempo jamais apagará. Um tempo cinzento, denso, sombrio. Pedaço (...)

UM REGRESSO QUE SE SAÚDA

01.10.16, melgaçodomonteàribeira
  Relançar o Boletim Cultural de Melgaço impõe-se também como forma de afirmação da identidade, contrariando a tendência para esbater as diferenças entre municípios que o fenómeno da globalização tende a favorecer. Publicações como esta exigem de nós a reflexão dos mais diversificados assuntos locais, acolhendo investigações sobre o território (...)

MANJARES DA NOSSA TERRA

11.07.15, melgaçodomonteàribeira
  AO VINHO ALVARINHO E AO PRESUNTO DE CASTRO LABOREIRO   Lá em Castro Laboreiro, no alto e verde Minho o presunto é companheiro do divinal Alvarinho.   Dos presuntos que provei é, sem dúvida o primeiro coroado, porque é Rei, o de Castro Laboreiro.   Muito corado e tenrinho, bem fumado, saboroso, regado com Alvarinho, não há outro mais gostoso. Portalegre, 10/09/1986 (Maria Albertina D. C. Martins)  

HÁ ANOS ERA ASSIM...

29.09.13, melgaçodomonteàribeira
    Há anos era assim...  Hoje, são chineses, angolanos, franceses, galegos... Hoje, o teu sonho é a nossa realidade. Hoje, o monte de prado não é só nosso, é do mundo. Hoje, o contrabando não é uma nódoa. Hoje, o cinema faz parte da Vila. Hoje, o alvarinho, no solar, é para todos. Hoje, quando dizes adeus à presidência da CMM, não te esqueças que Melgaço é um sonho do qual ainda não acordaste. Contamos contigo.   Família Cambório       Centro de estágios   

CONTRABANDO NAS RAIAS DO ALTO MINHO

27.08.13, melgaçodomonteàribeira
        Quando o movimento fronteiriço de pessoas e bens foi liberalizado em 1992, os contrabandistas, que durante décadas viveram nas margens do Minho, viram extinto o seu ganha-pão.     - Registar as memórias de algumas dessas lendas vivas do contrabando;     - Saber o que é feito de alguns “senhores” do contrabando;     - Não deixar desaparecer histórias fantásticas, e por muitos desconhecidas;     - Evidenciar a intervenção dos guardas da fronteira – (...)

JUSTA HOMENAGEM

16.03.13, melgaçodomonteàribeira
        O presente relatório, admirável memória de boa administração, irrefutável argumento de superior honestidade, foi a última obra do labor infatigável de Hermenegildo Solheiro.     Como que adivinhando a morte, não quiz morrer sem dar contas de todos os actos da sua vida pública.     O seu trabalho colossal ficou assim coroado com êste nobilitante gesto de honradez.     Através das páginas deste relatório e dos outros que o precederam, vê-se o anseio (...)

AUGUSTO CÉSAR ESTEVES IV

12.03.13, melgaçodomonteàribeira
    Uma obra impressa nas folhas do Notícias de Melgaço, órgão e voz de uma mescla de juristas, de professores, de funcionários públicos e de negociantes bem sucedidos conotados com posições e sobretudo com interesses contrários aos defendidos e representados pelos Padres Vaz e seus amigos na Voz de Melgaço, que ainda hoje se publica. Num oportuno artigo intitulado Os lugares vistos de dentro: estudos e estudiosos locais do século XIX português, Augusto Santos Silva começa (...)

AUGUSTO CÉSAR ESTEVES III

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    1. A escrita ao serviço da identidade local e nacional   Esse testemunho merece toda a nossa atenção e engloba parcelas importantes da tua actividade como melgacense preocupado com a sua terra e o seu país, como cidadão politizado e decidido a uma intervenção pública constante, como jurista e como eterno e incansável aprendiz de historiador e monografista local. Membro da geração do primeiro decénio de novecentos, interventiva como se infere, por exemplo, da greve (...)