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MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

CERTO NEGÓCIO DE SERVIÇO D'EL REI

19.08.17, melgaçodomonteàribeira
  DOMINGOS GOMES DE ABREU COELHO DE NOVAIS   Filho legítimo de Domingos Gomes de Abreu e D. Francisca Coelho, de nº 4, nasceu em Melgaço a 21 de Janeiro de 1668 e seguiu a carreira militar falecendo no posto de capitão de uma das companhias do terço do capitão-mor Pedro de Sousa Gama, fundador do morgado da Serra. …………………………………………. Fez-se armar cavaleiro da Ordem de Cristo em 31 de Dezembro 1698 na igreja da Senhora da Conceição em Lisboa e (...)

UMA CARTA IRÓNICA

11.02.17, melgaçodomonteàribeira
 stº cristo   ANA CORREIA FEIJÓ    Nasceu na Casa da Cordeira em 8 de Julho de 1832 e cinco dias depois foi baptizada na igreja paroquial de Rouças. Os seus paraninfos foram Frei Bento do Pilar, D. Abade do Mosteiro de Tibães e Geral da Congregação Beneditina do reino e D. Ana Joaquina de Castro Sousa e Meneses, da Casa de Galvão, e impuseram-lhe o singelo nome de Ana, mas pela vida fora os próprios pais lhe chamaram Ana Cândida numas ocasiões e Ana Joaquina noutras. Assim, (...)

INDISCIPLINA CLERICAL

17.09.16, melgaçodomonteàribeira
    LUCAS DE ABREU MAGALHÃES (P.e)   Filho de Pedro Gomes de Abreu e Ana Gomes, Nº 9 do Costado Magalhães de S. Julião de Baixo, foi presbítero e morou no lugar do Viso da freguesia de Chaviães e durante muitos anos prestou os serviços à Misericórdia local como capelão. Faleceu em 6 de Agosto de 1737 e ao seu funeral anda ligada (...)

O CRUZEIRO DA ORADA

18.11.15, melgaçodomonteàribeira
Cruzeiro da Orada    CRUZEIROS     Aparentando maior antiguidade outro cruzeiro se levantou na Orada, à margem da estrada macadamizada e precisamente no sítio onde se tocam as extremas das freguesias de Santa Maria da Porta e Santa Maria Madalena de Chaviães. Colocado noutros tempos junto da Capela de Nossa Senhora da Orada para o actual (...)

MELGAÇO, NOIVOS EM 1745

10.10.15, melgaçodomonteàribeira
S. Gregório, início do século XX   JERÓNIMO RIBEIRO   Capitão, cavaleiro professo da Ordem de Cristo e Fidalgo da Casa Real. Casou com D. Guiomar Nunes de Figueiredo, irmã do Rev.º P.e José Gonçalves de Figueiredo, abade de Cristoval e filho de António Gonçalves de Figueiredo e mulher Maria Rodrigues, assistentes nesta (...)

GUERRILHA EM MELGAÇO NO SÉCULO XIX - II

26.09.15, melgaçodomonteàribeira
azenha   (continuação)   Dias antes perseguido outra vez pela tropa, fôra ele encontrado no caminho de São Bento do Cando, em 11 de Julho. Apanhada a guerrilha de surpresa, pode ela, contudo, escapar-se das garras da força pública, mas deixou ficar no sítio vários objectos e um cavalo, que a tropa apreendeu. Este insucesso foi também imputado (...)

GUERRILHA EM MELGAÇO NO SÉCULO XIX - I

23.09.15, melgaçodomonteàribeira
terras castrejas         PORQUE A LENDA DO TOMAZ DAS QUINGOSTAS ESTÁ FEITA…     «P. que no anno de mil e oitocentos e vinte e seis o A. Francisco José Pereira, e sua molher, ainda viva, Ana Maria d’Araujo, temendo-se das Guerrilhas que naquella Época ameaçavam esta Villa, aonde chegarão a entrar por vezes, derão a guardar ao Reverendo (...)

AUGUSTO CÉSAR ESTEVES IV

12.03.13, melgaçodomonteàribeira
    Uma obra impressa nas folhas do Notícias de Melgaço, órgão e voz de uma mescla de juristas, de professores, de funcionários públicos e de negociantes bem sucedidos conotados com posições e sobretudo com interesses contrários aos defendidos e representados pelos Padres Vaz e seus amigos na Voz de Melgaço, que ainda hoje se publica. Num oportuno artigo intitulado Os lugares vistos de dentro: estudos e estudiosos locais do século XIX português, Augusto Santos Silva começa (...)

AUGUSTO CÉSAR ESTEVES III

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    1. A escrita ao serviço da identidade local e nacional   Esse testemunho merece toda a nossa atenção e engloba parcelas importantes da tua actividade como melgacense preocupado com a sua terra e o seu país, como cidadão politizado e decidido a uma intervenção pública constante, como jurista e como eterno e incansável aprendiz de historiador e monografista local. Membro da geração do primeiro decénio de novecentos, interventiva como se infere, por exemplo, da greve (...)

AUGUSTO CÉSAR ESTEVES II

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    Augusto Esteves logo que começou a abrir os olhos para a vida, o que viu? Qual Buda viu crianças expostas, viu a miséria de caseiros e jornaleiros, viu gente a morar em casas minúsculas, tugúrios inóspitos e horríveis – enfim, viu uma feira de vergonhas, de situações aberrantes e indignas do ser humano. Ele viu tudo isto, porque como o próprio deixou dito: cresci (…)  ao ar livre. E à medida que foi crescendo afastou-se paulatinamente do modelo: viu, tornou a ver, (...)