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MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

INCÊNDIO EM CASA DO CONDE

24.05.14, melgaçodomonteàribeira
  Desfile dos Bombeiros Voluntários de Melgaço     CASA DO FECHO     (…) Na noite de 17/2/1932, pelas 21 h, manifestou-se um incêndio nesta antiga casa solarenga, pertencente ainda ao Dr. Pedro de Barbosa Falcão de Azevedo e Bourbon, conde de Azevedo (faleceu a 20/9/1962), e habitada por rendeiros. Só meia hora depois é que os BVM tiveram conhecimento do sinistro e, com grande dificuldade, para o local seguiram as bombas de mão e de picotas, bem como outro material (...)

AUGUSTO CÉSAR ESTEVES IV

12.03.13, melgaçodomonteàribeira
    Uma obra impressa nas folhas do Notícias de Melgaço, órgão e voz de uma mescla de juristas, de professores, de funcionários públicos e de negociantes bem sucedidos conotados com posições e sobretudo com interesses contrários aos defendidos e representados pelos Padres Vaz e seus amigos na Voz de Melgaço, que ainda hoje se publica. Num oportuno artigo intitulado Os lugares vistos de dentro: estudos e estudiosos locais do século XIX português, Augusto Santos Silva começa (...)

AUGUSTO CÉSAR ESTEVES III

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    1. A escrita ao serviço da identidade local e nacional   Esse testemunho merece toda a nossa atenção e engloba parcelas importantes da tua actividade como melgacense preocupado com a sua terra e o seu país, como cidadão politizado e decidido a uma intervenção pública constante, como jurista e como eterno e incansável aprendiz de historiador e monografista local. Membro da geração do primeiro decénio de novecentos, interventiva como se infere, por exemplo, da greve (...)

AUGUSTO CÉSAR ESTEVES II

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    Augusto Esteves logo que começou a abrir os olhos para a vida, o que viu? Qual Buda viu crianças expostas, viu a miséria de caseiros e jornaleiros, viu gente a morar em casas minúsculas, tugúrios inóspitos e horríveis – enfim, viu uma feira de vergonhas, de situações aberrantes e indignas do ser humano. Ele viu tudo isto, porque como o próprio deixou dito: cresci (…)  ao ar livre. E à medida que foi crescendo afastou-se paulatinamente do modelo: viu, tornou a ver, (...)

AUGUSTO CÉSAR ESTEVES I

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    AUGUSTO CÉSAR ESTEVES – O HOMEM, A VIDA, A OBRA…     O real serve-nos apenas para construir, melhor ou pior, um pouco de ideal. Talvez não seja útil para nada mais. Anatole FRANCE – Le Jardin d’Epicure     1 – Um português de Melgaço ou o enorme peso das raízes   Escrever sobre uma pessoa é fácil ou difícil conforme as perspectivas, os elementos biográficos que tivermos ao nosso dispor, a distância no tempo, a nuvem que o encobriu depois da sua morte, o (...)