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MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

GALIZA, ARBO EM 1905

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
  Estação de Arbo   Fotografia de Guillermo Gonzalez     GALIZA,  1905       Arbo – Gente do tipo pequeno e provincial rústico; senhores de barbaças negras e lunetas ou óculos, e chapéu mole e fatos largos de aldeia. Galegas feias e fétidas, de botas. Da gare de Arbo vê-se, por cima do rio que muge, uma escapada de culturas que vão até às montanhas; das casuchas da encosta agricultada saem fumos; nas encostas pascem bois; ribas mais próximas, de pinheiros; a água (...)

LOS PETROGLIFOS DE ARBO

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    CAVADA DO REI        Un día que prometia ser soleado y resultó frío e invernal; muy frío en la montaña de Arbo, enfrente de Melgaço y viendo la nieve en las partes altas de las montañas de Castro Laboreiro.    Una nueva excursión guiada por Antonio Fernandez Iglesias. Se trataba de visitar algunos de los petroglifos publicados hace ya muchos años por Castor Perez Paredes y M. Santos Estevez, en la revista “Castrelos”, del museo municipal de Vigo. Antonio hizo en (...)

ARBO, A CAÑIZA E MELGAÇO

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
    ARBO, A CAÑIZA Y MELGAÇO PACTAN COMPARTIR INSTALACIONES DEPORTIVAS      Los tres concellos acercan posturas para firmar el convenio en octubre       L Miguez     Arbo/La Voz     17/09/2011      El primer paso de un futuro común. Sur de Galicia y Norte de Portugal estrechan relaciones y las ponen sobre el papel con el objeto de oferecer servicios a sus vecinos que serían impensables de otro modo en la actual crisis. Por eso Arbo, A Cañiza y Melgaço han (...)

ARBO 1809-2009

07.03.13, melgaçodomonteàribeira
    BICENTENARIO DE BATALLA EN EL PUENTE DE MOURENTÁN   ARBO (1809 – 2009)        La batalla de Mourentán tuvo lugar los dias 16, 17 y 18 de febrero, participaron más de 10 000 personas, donde los gallegos contaron com la ayuda de portugueses de otro lado del Miño.    Los franceses llegaron a incendiar Mourentán y todavia hay como las dejaron ellos.    Los franceses consiguieron avanzar a pesar de que perdieron muchos soldados.    El enfrentamiento fue dirigido polo (...)

MITOS DO RIO MINHO

07.03.13, melgaçodomonteàribeira
  Batela do rio Minho        Entes dos rios, mui topadas entre Arbo e Melgaço, representam o desejo tentador pelo inexplorado – a riqueza e o prazer, também a fatalidade – em oposição ao controlado – a ordem, mas com a escassez de cada dia -, o pagão antagonista do cristão.      A primeira vez que passavam, sobre todo ós rapaces da montanha, diciamos-lhe:    - Mete uma pedra na boca e nom a quites hasta chegar ó outro lado. Tes que meter um coio senom afunde-se a (...)

FESTA DA LAMPREIA IX

07.03.13, melgaçodomonteàribeira
       — A instrução é uma razão e uma obrigação suplementares para não violarem as leis. A instrução e a cultura são uma grande chance, que nem todos têm, para podermos perceber o Mundo e vivermos em harmonia e comunhão. Como é que vocês querem, um dia mais tarde, ser eventualmente chamados para desempenhar funções relevantes, no seio de instituições que hoje desrespeitam  ? Não pode ser ! Creio que sou claro, ou não ?    — Como a água – retorquiu o João. (...)

FESTA DA LAMPREIA VIII

06.03.13, melgaçodomonteàribeira
  Bomba de gasolina do Pigarra        Em menos de meia hora deixou-nos junto da bomba do Pigarra, em frente do posto fronteiriço espanhol. Não havia ninguém. Do lado  português, na casota colada à pontinha, encontrava-se um guarda fiscal. Viu o Pachorrego e riu-se. Dissemos-lhe de onde vínhamos e, sem mais, mandou-nos seguir.    Subimos, rumo a São Gregório, acompanhados pelo canto refrescante da água do regato. A rua Verde levou-nos à capela. Fomos bater à porta do (...)

FESTA DA LAMPREIA VI

06.03.13, melgaçodomonteàribeira
  Alfredo do Paço mais conhecido por Pachorrego        — Que bem me soub'esta lampreia, rapazes ! – disse-nos com aparente êxtase e admiração o Alfredo – Nem podeis imaginar ! Num me lembra de me ter sabido tanto !    Ninguém respondeu. Estávamos em letargia, estávamos a digerir. Eu não ouvia ninguém, pensava. A gente passava diante do café e, automaticamente, olhava para quem lá estava. Eram pessoas simples, trabalhadoras, que só mudavam de roupa aos domingos. (...)