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MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

FÉRIAS EM MELGAÇO

03.08.19, melgaçodomonteàribeira
igreja de santa rita  roussas     DEPOIS DAS FÉRIAS (A Voz de Melgaço, 01.09.1971)   Alguém passou no meio de nós… Manhãs de Primavera… Tanta coisa linda se pode fazer…   À hora a que o nosso jornal tiver saído, muitos dos nossos conterrâneos e amigos, que vieram até junto dos seus, a esta linda terra, terão regressado aos lugares de trabalho. Nos seus carros, nos comboios, nas camionetas, como puderam, lá se foram eles, deixando-nos umas lindas manhãs de Primavera. (...)

UM CONCURSO DE CÃES DE CASTRO LABOREIRO (conclusão) - ÓBIT0

18.05.19, melgaçodomonteàribeira
vencedora do concurso (continuação)   Festa sem foguetes e três mil contos por mês O «Cinco de Outubro» é dia de festa na freguesia, festa sem foguetes nem procissão. Prato melhorado ou saia nova. Mas festa. A mulher de Castro Laboreiro vê em tal dia a promoção dos seus cuidados no mundo canino. Data que é um chamariz à terra, de gente de todos os lados e culturas. Dia em que os naturais contactam mais de perto e se familiarizam com as pessoas da cidade. Hoje já não se (...)

O COCIOLLO DO LILI

06.04.19, melgaçodomonteàribeira
  UM LUGAR ONDE NADA ACONTECIA… IV   Para o julgamento do Lili do Teodorico foram arroladas várias testemunhas que dariam seu depoimento sobre a conduta e personalidade do rapaz. A mais importante testemunha era o doutor João Durães, farmacêutico, dono da única farmácia da Vila. Político destacado, membro da União Nacional, partido único existente na época, já exercera a presidência da Câmara Municipal com destacada administração. O governo do País só permitia, (...)

UMA FORÇA DE FÉ

11.08.18, melgaçodomonteàribeira
pastoriza por manuel igrejas 2017     UM LUGAR ONDE NADA ACONTECIA…   VI   O julgamento do Lili do Teodorico aguardava data. Ele continuava em sua actividade e era assunto das conversas. Naquele fim de verão, um ano depois do Amílcar ter-se recuperado, numa tarde cálida, quando as pessoas andavam de roupas leves e os homens, na sua maioria em mangas de camisa, a notícia caiu como um raio que a todos fulminou: o Zéca do Aurélio caíra de cama com uma meningite. Era o José de (...)

UMA SENHORA DA SOCIEDADE

23.09.17, melgaçodomonteàribeira
rua de baixo - vila     O ANTIGAMENTE     O passado está sempre presente no dia a dia das pessoas, especialmente daquelas que já passaram da conta. Não há nada que aconteça que não tenha já acontecido, noutro contexto e com outra roupagem, é claro. Detalhes do quotidiano, principalmente os que nos aborrecem, despertam-nos algo parecido, semelhante ou então a repetição exacta do já acontecido. Então acontece que os resmungos da minha mulher além de me enfastiarem lembram (...)

SAGRADO E PROFANO

03.12.16, melgaçodomonteàribeira
                                 texto e desenho de manuel igrejas   O SAGRADO E O PROFANO EM MELGAÇO NOS ANOS 30 DO SÉCULO XX   Tradição enraizada na fé do povo da Vila de Melgaço, era, em Maio, a devoção ao Sagrado Coração de Maria quando acontecia festividade e a Primeira Comunhão das crianças. Naquele ano a (...)

MELGAÇO, DÉCADA DE 70 DO SÉCULO PASSADO

02.05.15, melgaçodomonteàribeira
Cabeçalho d'A VOZ de MELGAÇO de 1 de Maio de 1974     DESINTERESSE DO SR. PRESIDENTE? …   O Secretário Nacional da Informação e Turismo visitou recentemente o Distrito de Viana do Castelo. Pelos relatos da imprensa soubemos que o Presidente da Câmara de Melgaço só pediu uma coisa: um subsídio para as Festas da Vila, também denominadas do Concelho. E vem um membro do Governo à Província com o objectivo de auscultar as necessidades dependentes do seu departamento, e há um (...)

ENTRUDO EM MELGAÇO NOS ANOS 30

08.03.13, melgaçodomonteàribeira
  Desenho de Manuel Igrejas     O CARNAVAL EM MELGAÇO         Aquele verão estava gostoso e os anos trinta até um pouco mais de sua metade, eram fáceis de viver. Corriam suaves e até com uma certa abastança. Naquelas paragens, quem não encontrasse trabalho no lugar era só dar um pulo a Espanha e fácil arranjaria onde ganhar dinheiro. Por lá havia um surto de progresso, construção civil, estradas e caminhos de ferro. E os melgacenses se baldeavam para a Galiza ou um (...)