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MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

A MÚSICA VELHA

10.03.18, melgaçodomonteàribeira

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DIOGO MANUEL PINTO DE SOUSA ARAÚJO BESTEIRO

 

Filho de Joaquim António de Sousa Araújo e da mulher veio a este mundo num parto duplo em 22 de Setembro de 1831 e foi levado à pia baptismal em 26 do mesmo mês tendo como paraninfos o P.e José Manuel Dias, de Queirão e Vitória Pinto, de Galvão de Baixo, subúrbios da vila. Era sua irmã gémea Joana Francisca.

Casou em Paderne no dia 7 de Outubro de 1855 com Teresa de Jesus Rodrigues, moça solteira e filha de João António Rodrigues e Marcelina Rosa Alves, do Pinheiro, daquela freguesia e logo no ano seguinte aos 16 de Novembro António Francisco Domingues, da Longarinha, doaram à sua sobrinha Teresa de Jesus Domingues e ao marido o seu prédio rústico Milheiro, de pão e vinho, sito no referido lugar.

Moraram em Midão, onde a mulher faleceu aos 14 de Setembro de 1879 e o Diogo se finou em 22 de Setembro de 1906.

Diogo Manuel foi sobretudo professor régio mas com a profissão de músico aparece indicado no assento de baptismo de seu filho António Cândido.

Os conterrâneos conhecendo-lhe as habilidades musicais, aproveitaram-nas e delas fizeram o consagrado regente da Música Velha, a primeira que foi criada no concelho (1852).

Devia aqui prestar-se homenagem às virtudes deste músico publicando agora sumária notícia do nascimento deste banda musical, mas como isso se torna desaconselhável por o documento já ter sido publicado num destes Costados, limitada fica esta homenagem a um simples momento.

 

O MEU LIVRO DAS GERAÇÕES MELGACENSES

Volume II

Augusto César Esteves

Edição da Nora do Autor

Melgaço

1991

p. 158

 

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