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MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

ANIVERSÁRIO

06.03.13, melgaçodomonteàribeira

 

 

P’RÓ AFILHADO PIMPÃO


   Sem pretensões de intelectualidade, Ilídio de Sousa (Carriço), David de Carvalho e Manuel Igrejas deram corpo a um Melgaço quase desaparecido.

   Quase porque, tirando os arquivos de A Voz de Melgaço, pouco ou nada temos para nos documentar. Eu sei que temos o Noticias de Melgaço, o Jornal de Melgaço, A Neve de Castro Laboreiro ou Porta de Cavaleiros de Lamas de Mouro, só que, os colaboradores de  “MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA" estão distribuídos por Queluz (Portugal), Paris (França) e Rio do Janeiro (Brasil).

   A tradição oral depressa passa dos socos às enxergas de folhedo, da sopa d’unto ou do cinema do Sr.Hilário (Pelicano) para os dias passados em bidonvilles ou fugas a guardas-fiscais e carabineiros.

 

   Aproveito para recomendar duas obras apresentadas no mês de Agosto de 2008, no encontro organizado pelo NEPML – Núcleo de Estudos e Pesquisa dos Montes Laboreiro (fundado em 2001), que representam a excepção à regra: ECOS DOS MONTES LABOREIRO, de António Bernardo, Edição de Autor e O BURACO DA SERPE, de José Alfredo Cerdeira, Edição de Autor.

   Por sua vez, a Câmara Municipal de Melgaço editou o nº 7 do Boletim Cultural, obra maior da cultura Melgacense (obrigado a todos os colaboradores na figura do Prof. Dr. José Marques).

 

   Resumindo: quem quiser dar o seu contributo ao “MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA", aqui tem um espaço que gostaríamos que utilizassem, seja texto ou fotografia.

 

   Contacto: melcarrico@gmail.com



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