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MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA

História e narrativas duma terra raiana

MELGAÇO, UM MOSTEIRO QUE DESAPARECEU

13.07.19, melgaçodomonteàribeira
terras de paderne   SÃO PAIO DE PADERNE   Vamos agora sair da vila de Melgaço e dar uma volta pelo seu concelho medieval. Depois voltaremos de novo à vila. Começáramos por S. Paio de Paderne que foi sede, segundo me parece, do antigo arcediago de Valadares, arcediago esse que não tinha assento no coro de Tui, onde apenas tinham cadeira os arcediagos de Cerveira e de Labruja do território português pertencente ao bispado de Tui, que era todo o Entre Minho e Lima. Paderne foi em (...)

ARQUITECTURA MILITAR PORTUGUESA - MELGAÇO

06.07.19, melgaçodomonteàribeira
bombardeira - muralha de melgaço   ARQUITECTURA MILITAR PORTUGUESA   É a D. Afonso III que se deve o mais remoto exemplo português de um balcão com matacães, coroando a porta da muralha de Melgaço, que pode ser associado à inscrição de 1263. O balcão com matacães foi, entre nós, como se sabe, um dos mais claros indícios da adaptação dos velhos castelos românicos aos novos conceitos da defesa activa. O interesse do monarca pela reforma das fortificações não se (...)

A CHEGADA DA PENICILINA A MELGAÇO

29.06.19, melgaçodomonteàribeira
  UM LUGAR ONDE NADA ACONTECIA… III O Amílcar da Lucrécia estava prestes a bater as botas. O José Esteves (Zeca da Cabana) tanto insistiu com o médico que este, talvez nem tanto para salvar o moribundo, mais para testar a eficiência do novo medicamento de que se contavam maravilhas e ele só conhecia da literatura especializada que os laboratórios lhe enviavam, resolveu aceder. Era isso! O amigo Zeca da Cabana mexera-lhe com os brios quando lhe evocou a penicilina. Telefonou, o (...)

MELGAÇO AMIGO

22.06.19, melgaçodomonteàribeira
MELGAÇO   Melgaço é aquele abraço Sem fronteiras, Que desliza por vinhedos, Fragas e ribeiras, Acenando à Galiza E sussurrando ao Minho seus segredos…!   Vem, Amigo, Sentir porque choram de frio As margens do rio em pleno inverno!   Descobrir a natureza em pranto, Naquelas almas serranas Vestidas de negro, imaculadas de branco!   Partilhar do gesto fraterno. Quando a Serra desce às portas da Ribeira Para abraçar a Vila em dia de feira!   Escutar a Canção do Emigrante, Na (...)

ANÉMONAS NO PLANALTO

15.06.19, melgaçodomonteàribeira
  ANÉMONA DOS BOSQUES   Além dos sinos azuis, há outras plantas de filiação nórdica que em Portugal nunca avançaram muito para cá da fronteira galega. Uma delas é a Anemone nemorosa, espécie de que as duas ou três populações existentes no planalto de Castro Laboreiro são as únicas que se conhecem em território nacional. A existência da anémona-dos-bosques em Portugal só foi confirmada em 1999 pelos botânicos Francisco Barreto Caldas, João Honrado e Henrique (...)

NÉCTAR DE MELGAÇO

08.06.19, melgaçodomonteàribeira
  TRIBUTO AO ALVARINHO SOALHEIRO   - Teremos futebolistas leitores – disse ela, com uma gargalhada profunda, baixa, provavelmente causada por fumar Marlboro, mas que, raios, me fez encher o peito e arrepiar a espinha. Comemos o caranguejo, bebemos mais cerveja e falámos de livros, filmes, actores, celebridades, droga, fama, sucesso e eu mandei vir uma lagosta grelhada e Luísa disse que pagava um vinho verde Soalheiro Alvarinho 96, que foi o mais brioso de quantos verdes eu tinha (...)

HOTEL RANHADA, PESO, MELGAÇO - O INÍCIO

01.06.19, melgaçodomonteàribeira
GRANDE HOTEL RANHADA   RANHADA, António Maria Guerreiro – Filho de Domingos José Valas e de Ana Rosa Ranhada. N. p. de José António Valas e de Maria Joaquina; n. m. Fortunato José Ranhada e de Maria Rosa, todos de Vilar de Mouros, Caminha. Nasceu nessa freguesia a 31/10/1856 e foi baptizado a 4/11. Padrinhos: padre João António Guerreiro e sobrinha, Maria Bernarda, seus tios maternos, na ocasião ausentes em Azurara, cujas vezes fizeram Manuel António Guerreiro e sua irmã Rosa (...)

OS CASTANHEIROS-DA-ÍNDIA NA PRAÇA DA REPÚBLICA

25.05.19, melgaçodomonteàribeira
praça da república, melgaço   CASTANHEIRO-DA-ÍNDIA   Muito cultivado como planta ornamental, o Castanheiro-da-Índia embeleza as nossas cidades e vilas, onde o podemos observar em jardins, parques ou muito simplesmente ladeando ruas e avenidas.   UM POUCO DA SUA HISTÓRIA (…) Nativo não da Índia mas dos bosques das montanhas do Sudoeste da Europa (Balcãs e Cáucaso) e Ásia Menor, o Castanheiro-da-Índia foi importado de Constantinopla e introduzido em França no século XVII. (...)

UM CONCURSO DE CÃES DE CASTRO LABOREIRO (conclusão) - ÓBIT0

18.05.19, melgaçodomonteàribeira
vencedora do concurso (continuação)   Festa sem foguetes e três mil contos por mês O «Cinco de Outubro» é dia de festa na freguesia, festa sem foguetes nem procissão. Prato melhorado ou saia nova. Mas festa. A mulher de Castro Laboreiro vê em tal dia a promoção dos seus cuidados no mundo canino. Data que é um chamariz à terra, de gente de todos os lados e culturas. Dia em que os naturais contactam mais de perto e se familiarizam com as pessoas da cidade. Hoje já não se (...)

UM CONCURSO DE CÃES DE CASTRO EM 1971 I

11.05.19, melgaçodomonteàribeira
concurso de 1971   EM CASTRO LABOREIRO TERRA DE EMIGRANTES E CÃES FAMOSOS   Melgaço foi o local de encontro de pessoas de Lisboa, do Porto e de Viana que iria superintender no concurso. Depois de almoçadas, ei-las pela estrada acima, na subida de uma trintena de quilómetros. Quando os juízes e demais comitiva lá chegaram já os concorrentes aguardavam impacientemente a chegada daqueles que iriam ditar a sorte dos seus exemplares. Para os menos avisados no assunto, como o (...)